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Estados Unidos antecipam eventual novo ataque químico na Síria

Autoridades norte-americanas estimam que este novo ataque poderia "resultar no massacre de civis, incluindo crianças inocentes."

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Estados Unidos antecipam eventual novo ataque químico na Síria

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Os Estados Unidos denunciaram “potenciais preparativos” por parte do governo de Bashar al-Assad de um novo ataque com armas químicas na Síria.

Pelo porta-voz Sean Spicer, a Casa Branca alertou: o eventual ataque químico “poderá resultar no massacre de civis, incluindo crianças inocentes”, numa antecipação que traz à memória as trágicas imagens de quatro de abril, dia em que alegadamente ocorreu um ataque químico em Khan Sheikhoun, na província de Idlib, em que terão morrido cerca de noventa pessoas, incluindo trinta crianças.

Os Estados Unidos acusaram na altura o exército às ordens de Bashar al-Assad pela autoria do ataque com recurso a armas químicas. O Presidente sírio negou responsabilidades, mas não convenceu o homólogo Donald Trump.



Três dias depois do ataque em Khan Sheikhoun, os Estados Unidos retaliaram de forma unilateral, bombardeando uma base aérea síria com cerca de 60 mísseis Tomahawk. Uma operação comunicada um pouco antes às forças armadas da Rússia, que estão no país a apoiar o governo de Assad a combater grupos considerados terroristas por Damasco.

Sem entrar em detalhes, Sean Spicer explicou que as atividades detetadas agora na Síria pelos serviços de informação norte-americanos “são idênticas” às que precederam o ataque de quatro de abril.

Perante um potencial novo ataque químico, o porta-voz da Casa Branca avisou: “Se o Presidente sírio Bashar al Assad lançar um novo ataque, ele e o seu exército vão pagar caro.”