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Cimeira Ucrânia-UE: Corrupção é um grande problema, avisa Juncker

Primeiro celebrou-se o amplo tratado comercial entre a União Europeia e a Ucrânia, que entra em vigor a 1 de setembro. Seguiram-se os avisos sobre o problema da corrupção, na conferência de imprensa a

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Cimeira Ucrânia-UE: Corrupção é um grande problema, avisa Juncker

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Primeiro celebrou-se o amplo tratado comercial entre a União Europeia e a Ucrânia, que entra em vigor a 1 de setembro.

Seguiram-se os avisos sobre as reformas necessárias para que o país se aproxime dos padrões do bloco europeu, na conferência de imprensa após a cimeira Ucrânia-União Europeia, quinta-feira, em Kiev (capital ucraniana).

“O que vos estamos a pedir é que trabalhem mais na luta contra a corrupção. A corrupção está a prejudicar todos os esforços que esta grande nação está a levar a cabo”, disse Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia.

A parceria também promove maior contacto ao nível dos cidadãos, face ao novo regime de isenção de vistos.

“Hoje posso ver claramente que não serão derrotados por um inimigo externo, são um país muito forte. Só poderão ser derrotados por vocês próprios”, foi o aviso deixado por Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu.

O acordo de associação acentuou a tensão europeia com a Rússia, que anexou a Crimeia e apoia os independentistas da região do Donbass, tendo ditado sanções da União Europeia contra Moscovo.

“A Federação Russa é o agressor. Não é só um “influenciador” nessa situação. É um agressor flagrante e cínico. E a expressão disso mesmo é a decisão da União Europeia de prolongar as sanções económicas contra a Rússia até 31 de janeiro de 2018”, afirmou Petro Porotshenko, presidente da Ucrânia.

Mas para manter esta boa relação, a Ucrânia terá de dar mais provas de espírito reformador. Bruxelas sugeriu, mesmo, a criação de um órgão judicial independente contra a corrupção.