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Banho de sangue nos Camarões

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De  Euronews
Banho de sangue nos Camarões

<p>Forte presença militar nas duas regiões anglófonas dos Camarões depois das intervenções policiais no domingo que vitimaram várias pessoas. </p> <p>De acordo com a Amnistia Internacional e fontes oficiais citadas pela <span class="caps">AFP</span>, pelo menos 17 pessoas morreram durante a repressão sobre manifestantes que defendiam a independência das regiões anglófonas no oeste da antiga colónia francesa e inglesa.</p> <p>Além da morte dos 17 civis, há também a registar o ferimento grave de 6 soldados. De acordo com a imprensa local, 40 pessoas foram detidas. </p> <p>Através do Twitter, o Presidente Paul Biya condenou todos os atos de violência e salientou que as soluções apenas são possíveis através do diálogo.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">I strongly condemn all acts of violence, regardless of their sources and their perpetrators […]: <a href="https://t.co/hw08zgxeDQ">https://t.co/hw08zgxeDQ</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/PaulBiya?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#PaulBiya</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Cameroon?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Cameroon</a> <a href="https://t.co/0n6ZfZKFgk">pic.twitter.com/0n6ZfZKFgk</a></p>— President Paul Biya (@PR_Paul_Biya) <a href="https://twitter.com/PR_Paul_Biya/status/914463657916059648?ref_src=twsrc%5Etfw">October 1, 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>Testemunhas afirmam que algumas das vítimas foram alvejadas a partir de helicópteros.</p> <p>As escolas nas regiões do noroeste e sudoeste estão encerradas desde novembro quando professores e políticos apelaram à greve por considerarem existir o uso excessivo do francês. A violência estalou no momento em que separatistas se juntaram para pedir a independência total.</p>