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London Film Festival: mais de 240 filmes, de mais de 60 países


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London Film Festival: mais de 240 filmes, de mais de 60 países

A sexagésima primeira edição do London Film Festival abriu com “Breathe”, a estreia de Andy Serkis enquanto realizador, depois da passagem das estrelas pelos olhos do público e das câmaras.


Andrew Garfield é Robin Cavendish, a quem foi diagnosticada poliomielite aos 28 anos, Claire Foy é a recém mulher, a quem a noticia no primeiro ano de casamento não afasta.


O filme é produzido por Jonathan Cavendish, filho da personagem central, que o recorda:
“Era um engenheiro brilhante, muito bom em trabalho manual e quando não conseguia usar as mãos, esperava que eu o fizesse; mas eu não conseguia consertar um carro, por exemplo, e isso aborrecia-o. De resto, tudo corria bem.”


Os médicos deram-lhe 3 meses de vida, a dedicação da mulher possibilitou-lhe mais de 3 décadas e superar a doença, ajudando outros pelo caminho ao inventar equipamento para incapacitados. Robin Cavendish morreu em 1994, tornando-se um fenómeno médico por ter ganho à doença no tempo.


O conflito racial, através de duas famílias, uma branca outra negra, na pesada hierarquia social do pós segunda guerra mundial e na agricultura do delta do mississipi também se viu em Londres, com assinatura de Dee Rees.


Carey Mulligan, o protagonismo a branco de “Mudbound”, ressalta a empatia que o filme cria ao oferecer todas as perspetivas, sob todas as cores.


Identidade e raça, família, cidadania, o que é ser americano, o que é não ser. Questões intemporais, diz a realizadora.


O London Film Festival exibe até 15 de outubro mais de 240 filmes de 67 países, para além de curtas metragens e documentários.

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