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UNICEF: Angola e Guiné-Bissau são dos países com taxa de mortalidade infantil mais elevada

Estudo elaborado pelo Grupo Interinstitucional para a Estimativa da Mortalidade Infantil da ONU, que inclui Unicef, OMS e Banco Mundial.

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UNICEF: Angola e Guiné-Bissau são dos países com taxa de mortalidade infantil mais elevada

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Angola e a Guiné Bissau estão no grupo de países com piores taxas de mortalidade infantil até aos cinco anos. Ainformação é divulgada num relatório divulgado da agência das Nações Unidas UNICEF.

Na Guiné-Bissau, morreram 88 crianças por cada mil que nasceram no ano passado. Em angola, o número de crianças que morreram foi de 83, especifica o documento.

A Somália, com 133 mortes por mil nascimentos, tem o pior resultado do mundo. Seguem-se o Chade (127), a República Centro Africana (124), a Serra Leoa (114), o Mali (111), a Nigéria e República Democrática do Congo, (94), o Benim (98), o Níger e a Guiné Equatorial (91).

Outros países lusófonos com resultados mais positivos

Outros países lusófonos africanos têm um resultado mais positivo: Moçambique registra 71 por mortes por mil crianças, enquanto que em São Tomé e Príncipe são 34 e em Cabo Verde são 21.

No Brasil, registam-se 15 mortes e em Timor Leste 50. Em Portugal, o número é de quatro mortes por cada criança que nasce.

Segundo o mesmo relatório, cerca de 15 mil crianças com menos de cinco anos morreram em 2016 em todo o mundo e 46% destas morreram nos primeiros 28 dias de vida.

Apesar de se ter registado uma descida da mortalidade nos primeiros cinco anos de vida, de 9,9 milhões de mortes em 2000 para 5,6 milhões em 2016, a proporção de recém-nascidos entre os falecidos aumentou de 41% para 46% neste período.

O estudo foi elaborado pelo Grupo Interinstitucional para a Estimativa da Mortalidade Infantil das Nações Unidas, que inclui a Unicef, a Organização Mundial de Saúde e o Banco Mundial.

Com Lusa