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Uma Web Summit conduzida pela "Inteligência Artificial"

"Sophia" é uma das estrelas da Web Summit e o exemplo avançado por quem não pretende dar limites à Inteligência Artificial.

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Uma Web Summit conduzida pela "Inteligência Artificial"

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Parece mais ou menos humana, dependendo da perspetiva, mas a ideia é que num futuro muito próximo ninguém nos distinga de robôs como a Sophia. É uma das estrelas da Web Summit, muito falada depois de a Arábia Saudita lhe ter concedido a cidadania, e é o exemplo de quem não pretende dar limites à Inteligência Artificial.

“A primeira máquina inteligente será a última invenção de que a Humanidade necessita. Há muita coisa fantástica neste mundo, mas se conseguirmos criar inteligência artificial cada vez mais avançada, teremos inovações inimagináveis”, declara Ben Goertzel, diretor executivo da SingularityNET.

E a Web Summit de Lisboa propõe-se justamente a testar limites. Depois de uma primeira edição em 2016 com muita aceitação, mas também com alguns pesadelos logísticos, nomeadamente os transportes, os mais de 60 mil participantes deste ano têm muito para ver, como uma nova tecnologia portuguesa de deteção de movimentos.

“Pode ser a forma como as pessoas se deslocam num espaço específico. A métrica da cara, a idade, o género, o tamanho do corpo, até a atitude. Podemos identificar comportamentos perigosos”, afirma Ricardo Santos, diretor executivo da Heptasense.

Não é preciso então esforçarmo-nos muito para encontrar inovações à nossa medida ou até dos nossos amigos de quatro patas, por exemplo: foi apresentado também um robô que faz companhia a animais de estimação.