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Um míssil da Coreia do Sul responde a novo míssil da Coreia do Norte

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Um míssil da Coreia do Sul responde a novo míssil da Coreia do Norte

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Donald Trump diz que vai “tratar do assunto da Coreia do Norte”; o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, considera que os dois países devem tomar medidas para responder à última provocação do seu vizinho.

Esta quarta-feira, o regime de Pyongyang lançou um míssil intercontinental que terá realizado um voo de 1000 quilómetros, segundo o Pentágono.

A tensão sobe e o comandante John Wayne Troxell, do exército norte-americano diz que falou com as tropas americanas, para que elas percebam que ninguém quer um confito com a Coreia, mas, disse, “no fundo estamos encarregados pelas chefias de estar preparados para lutar e vencer se fôr necessário".

A situação está a tornar-se muito delicada. A Coreia do Sul, que tem sobre si a pressão da realização dos Jogos Olímpicos de Inverno, a partir de fevereiro de 2018, reagiu com o teste de um míssil ao lançamento norte-coreano.

O analista de defesa, Danny Davis, alerta: “É crucial fazer baixar a temperatura das ameaças e da retórica, reconhecendo o que a Coreia do Norte está a fazer, mas evitando a guerra. Não podemos começar uma guerra, não podemos iniciar uma guerra preventiva pensando que vamos fazer cair o regime, porque não vamos. Milhões de vidas podem estar em jogo na Coreia do Sul, entre o pessoal dos Estados Unidos e mesmo no continente".

Trump tem afirmado que não descarta uma ação militar contra a Coreia do Norte. O Conselho de Segurança das Nações Unidas reúne-se esta quarta-feira de emergência para abordar o lançamento deste último míssil.