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Ataques sónicos continuam a opôr Cuba e EUA

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Ataques sónicos continuam a opôr Cuba e EUA

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O governo cubano diz que o objetivo da audiência que teve lugar esta terça-feira no Senado dos Estados Unidos para esclarecer os supostos ataques sónicos a diplomatas norte-americanos em Havana não é "estabelecer a verdade". Cuba voltou a negar qualquer responsabilidade no sucedido.

Uma visão que partilha o senador republicano Jeff Flake, um conservador oposto ao presidente Donald Trump:

"Quando lá estive encontrei-me com representantes da nossa embaixada, bem como do ministério do Interior cubano. Disseram-me que o FBI os tinha informado de que não havia provas de um ataque direto. Isso não quer dizer que as pessoas não tenham sido vítimas de algo, nem que os sintomas foram inventados. Estou simplesmente a dizer que não há provas de um ataque dirigido pelas autoridades cubanas ou por qualquer outra pessoa."

Em consequência dos supostos ataques, que segundos os Estados Unidos afetaram 24 diplomatas, o Departamento de Estado retirou, no outono, 60 por cento dos funcionários da embaixada em Havana e expulsou 17 diplomatas cubanos de Washington.

Investigadores norte-americanos estão a estudar atualmente várias teorias, incluíndo a possibilidade de um ataque "viral" e as autoridades cubanas já disseram que poderão avançar com um inquérito independente.