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Educação em situações de emergência

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Educação em situações de emergência

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Esta semana, o Learning World apresenta-lhe três reportagens sobre educação em situações de emergência no Haiti, Paquistão e Tailândia.

E depois do sismo?

O sismo que abalou o Haiti a 12 de Janeiro do ano passado provocou mais de 200 mil mortos e cerca de um milhão e trezentos mil deslocados. Sessenta por cento das escolas da zona afectada ficaram destruídas ou muito danificadas. Graças à ajuda internacional, a reconstrução começou em Abril.

Muitos dos estabelecimentos ainda funcionam em tendas ou hangares. O primeiro desafio para os professores, que também enfrentaram a catástrofe, foi proporcionar aos alunos um ambiente sereno, tranquilizador e motivador. Sim, porque o medo está sempre presente.

Uma janela de oportunidade

Quando as cheias atingiram a província paquistanesa de Balochistan, milhares de famílias perderam as casas e as vidas. O campo de desalojados de Jaffarabad Flour Mill tornou-se a casa temporária de quase sete mil pessoas.

A Unicef e as ONGs instalaram centros temporários de aprendizagem.

Uma das mais de 1300 crianças beneficiárias é Reshma de 8 anos. Antes de chegar ao campo, a criança nunca tinha ido à escola. Hoje, partilha com a mãe e dois irmãos o que aprendeu.

Ultrapassar o tsunami

A escola da aldeia de Ban Kamala, no sul da Tailândia, saiu quase incólume do tsunami. Os edifícios principais ficaram intactos. Apenas algumas estruturas secundárias, não usadas pelos alunos, foram destruídas pelas ondas.

A professora de arte pediu às crianças para desenharem as memórias do tsunami ocorrido há seis anos, quando ainda eram muito pequenas.

Imagens do Paquistão com a cortesia da UNICEF