Última hora

Última hora

Marianne Faithfull acusa Jean de Breuteil de ter matado Jim Morrison

Em leitura:

Marianne Faithfull acusa Jean de Breuteil de ter matado Jim Morrison

Tamanho do texto Aa Aa

Jim Morrison morreu há 43 anos e a sua morte ainda não deixou de dar que falar. A cantora Marianne Faithfull insiste que foi o seu então namorado, Jean de Breteuil, que matou o vocalista dos The Doors.

Faithfull fez estas declarações numa entrevista à revista britânica de música, Mojo:

“Ele foi ter com o Jim Morrison e matou-o. Tenho a certeza que foi um acidente”, disse. “A droga era muito forte? Sim. E ele morreu. E eu não sabia nada disto. De qualquer maneira, todos os que estavam ligados à morte do coitado estão agora mortos. Menos eu”, explicou.

Esta não é a primeira vez a cantora fala do assunto. Na sua autobiografia “Faithfull – An Autobiography”, que assinou em 1994 com o escritor e fundador da Rolling Stone, David Dalton, a cantora britânica recorda a noite em que o seu namorado foi ter com Morrison: “Ele voltou de madrugada muito agitado e acordou-me. Eu estava completamente drogada com tuinals (barbitúricos). Sem nenhuma razão aparente ele começou a bater-me”, escreve. “Ele estava com medo; Jim Morrison tinha morrido de overdose e ele tinha fornecido a droga.”

Jean de Breteuil, que fornecia estupefacientes a muitas outras celebridades, morreria meses depois em Tânger.

Jim Morrison morreu em Paris com 27 anos. O nome do dealer tem sido associado à sua morte, mas ninguém tem a certeza do que aconteceu nessa fatídica noite de 3 de julho de 1971.

O relatório médico fala de deficiência cardíaca, agravada pelo abuso de alcool, mas não chegou a ser feita uma autópsia porque as autoridades francesas consideraram que teria morrido de causas violentas.

E o mistério continua… e contribui para imortalizar esta lenda do rock.

Marianne Faithfull diz que decidiu contar a história nesta entrevista porque, na última vez que esteve em Londres, um jornalista lhe perguntou porque é que matou Jim Morrison:

“Decidi levar a questão a sério e explicar que não o matei, mas sei quem o fez”.