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Beijo "proibido" inflama protestos gay frente a café de Viena


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Beijo "proibido" inflama protestos gay frente a café de Viena

Um protesto, em beijos, para defender a causa gay em Viena. Cerca de dois mil militantes homossexuais concentraram-se frente a um café na capital austríaca que tinha expulso há dias um casal de lésbicas.

O patrão, acusado de homofobia, teria convidado o casal a abandonar as instalações depois das duas mulheres se terem beijado em público.

Uma das protagonistas da situação, explica o sucedido:

“Eu pedi para falar com o dono que nos disse que o que estávamos a fazer era nojento e que se sentia enojado, que o que estávamos a fazer deveríamos fazê-lo num bordel e não num café tradicional de Viena”.

O dono do café centenário, Prueckel, no centro da polémica, já pediu desculpas pelo sucedido, frente à revolta de várias associações gays e lésbicas.

Dezenas de pessoas organizaram, em paralelo, uma contra-manifestação de apoio ao dono do café.

“Queremos mostrar a nossa solidariedade com o proprietário do café Prueckel pois pensamos que tem o direito de decidir quem é que admite no seu café”.

Desde a vitória da transexual austríaca Conchita Wurst que Viena se tornou num dos principais destinos de férias dos homossexuais de todo o mundo. Depois deste incidente, o café Prueckel, arrisca-se a ficar fora da rota turística.

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