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"Spy": uma comédia de espiões feminina e feminista

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"Spy": uma comédia de espiões feminina e feminista

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A comédia de espiões “Spy” chega às salas de cinema portuguesas a 4 de junho. A atriz norte-americana Melissa McCarthy incarna o papel de uma agente da CIA que decide penetrar nas malhas do tráfico de armas para salvar o mundo. Jude Law incarna o papel de colega da protagonista.

O realizador e argumentista norte-americano Paul Feig afirma que é importante dar papéis de destaque às mulheres.

Point of view

Tenho imensas nódoas negras e ganhei músculos. Por estranho que pareça, gostei bastante das cenas de ação. Faria outro filme deste tipo sem problemas. Gosto de desafios, apesar de ter sido difícil.

“É importante que haja bons papéis para as mulheres e não apenas papéis ridículos ou papéis em que elas estão à procura de um homem. Esses filmes também podem ser bons mas eu gosto de filmes sobre o mundo profissional sem fazer a apologia de algo em particular. Temos de dar papéis às mulheres divertidas e talentosas que andam por aí”, frisou o realizador.

Aos 44 anos, Melissa McCarthy adorou fazer cenas similares às dos filmes de James Bond.

“Foi fantástico. Tenho imensas nódoas negras e ganhei músculos. Por estranho que pareça, gostei bastante das cenas de ação. Faria outro filme deste tipo sem problemas. Gosto de desafios, apesar de ter sido difícil”, disse a atriz norte-americana.

Para Jude Law, o filme foi uma oportunidade para trabalhar com atrizes experientes no género da comédia.

“Foi muito divertido, mas não foi fácil. Trata-se de uma ciência, de um processo. Improvisei bastante e reescrevi as minhas falas. Não é fácil escrever comédia, mas foi interessante trabalhar com a Rose, a Miranda e a Melissa, que são grandes mestres e uma grande fonte de aprendizagem. Foi impressionante”, disse Jude Law.

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