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A queda da Muralha da China

No início da semana, a turbulência registada na bolsa chinesa custou milhares de milhão às bolsas de todo o mundo. Para além dos mercados asiáticos

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A queda da Muralha da China

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No início da semana, a turbulência registada na bolsa chinesa custou milhares de milhão às bolsas de todo o mundo. Para além dos mercados asiáticos, as ondas de choque fizeram-se sentir pela Europa e Estados Unidos.

O dia 24 de agosto de 2015 ficará conhecido como uma segunda-feira negra, o dia em que a bolsa chinesa perdeu todo o terreno conquistado este ano.

Os corretores entraram em pânico ao sentirem as ondas de choque a espalharem-se pelo mundo ao mesmo tempo que cresciam os receios sobre o abrandamento da economia.

Para compreender porque é que a segunda maior economia do mundo está a perder o fôlego, vamos em primeiro lugar ver como é que ganhou embalo.

A tempestade bolsista não poupou o setor das tecnologias. Enquanto alguns diretores executivos optaram por permanecer quietos, outros houve que decidiram fazer algo.

O nosso espaço dedicado às tecnologias é preenchido na totalidade com a resposta da Apple à crise bolsista. Bastou um email do diretor-executivo Tim Cook para recuperar milhares de milhão de dólares em valorização de mercado.