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Países dos Balcãs vão cooperar para gerir crise de refugiados

Os países dos Balcãs, expostos ao fluxo de migrantes, foram exortados a trabalhar em conjunto. Durante a mini cimeira em Bruxelas, os líderes dos dez

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Países dos Balcãs vão cooperar para gerir crise de refugiados

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Os países dos Balcãs, expostos ao fluxo de migrantes, foram exortados a trabalhar em conjunto.

Durante a mini cimeira em Bruxelas, os líderes dos dez Estados-membros da UE mais a Sérvia, Macedónia e Albânia concordaram com um plano de emergência que combina ajuda humanitária aos milhares de refugiados e migrantes que transitam através dos seus territórios e medidas para melhor controlar o movimento nas estradas dos Balcãs ocidentais.

O primeiro-Ministro croata, Zoran Milanovic, declarou : “Nós concordamos que a Frontex chegue às nossas fronteiras com a Croácia e Sérvia, que são os guardas das fronteiras externas europeias, por assim dizer. O que deve, em teoria, fazer diminuir o fluxo de pessoas, pois implicará um procedimento mais rigoroso e claro”.

Esta cooperação reforçada é suposta ser aplicada desde esta segunda-feira. Uma das principais propostas é criar rapidamente 100.000 lugares de acolhimento de refugiados na Grécia e nos Balcãs. Destes 100.000 lugares, 30.000 vão abrir na Grécia até ao final do ano com a ajuda do Alto Comissariado para os Refugiados.

No campo de Berkasovo, na Sérvia esta coodenadora da ACNUR conta: “Nós apoiamos o processo de registo propriamente dito, mas é claro que eles travam é um problema porque o inverno está a chegar e as instalações de abrigos não estão disponíveis”.

A Eslovénia vai igualmente beneficiar de envio de um contingente de 400 guardas de fronteira para ajudar na gestão do fluxo migratório.