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Última cimeira da UE de 2015 marcada por crises atuais

Com a crise migratória que asfixia o velho continente e a questão do Reino Unido na agenda, a última cimeira de chefes de Estado e de Governo da

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Última cimeira da UE de 2015 marcada por crises atuais

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Com a crise migratória que asfixia o velho continente e a questão do Reino Unido na agenda, a última cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia de 2015, em Bruxelas, chegou ao fim.

O presidente da Comissão Europeia não escondeu a falta de otimismo em relação ao novo ano que se avizinha. Jean-Claude Juncker referiu que a Europa deverá continuar a debater-se com os mesmos problemas que agora enfrenta: “Referi, esta quinta-feira, que não terei qualquer tipo de ilusão em relação a 2016. Penso que os problemas que temos pela frente serão idênticos aos que deixamos por resolver no final de 2015.”

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, mostrou-se mais otimista em relação a 2016 e não escondeu a vontade de encontrar uma solução para o dossier das reformas exigidas para a permanência na União Europeia: “Será difícil e há muito trabalho para fazer. Acredito que 2016 será o ano em que alcançaremos algo realmente vital, que mude de maneira fundamental a relação do Reino Unido com a União Europeia, dando, finalmente, resposta às preocupações dos cidadãos.”

Sobre este dossier, os líderes europeus referiram que “trabalharão juntos para encontrar soluções mutuamente satisfatórias” em relação aos quatro vetores elencados pelo Reino Unido no Conselho Europeu de 18 e 19 de fevereiro.

Efi Koutsokosta, euronews – Crise de refugiados, terrorismo, Reino Unido e recuperação económica continuam a ser os principais desafios que a União Europeia tem pela frente, depois de se chegar ao fim de um ano difícil que incluiu muitos encontros extraordinários de alto nível. A família europeia vive alguns dos conflitos internos mais difíceis de sempre e a unidade continua a estar em causa em 2016.