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Estado Islâmico reivindica morte de jornalista sírio

Naji el Jerf era autor de um documentário sobre as atividades do grupo Estado Islâmico em Alepo.

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Estado Islâmico reivindica morte de jornalista sírio

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Foi no meio de muita emoção que o o jornalista sírio Naji el Jerf foi enterrado na cidade de Gaziantep, na Turquia, onde foi assassinado no sábado, alegadamente pelo grupo armado Estado Islâmico.

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Era um verdadeiro patriota. O que lhe interessava não era a identidade de quem o matou, mas a identidade do país.

Naji el Jerf tinha realizado um documentário sobre as atividades deste grupo radical e era também um opositor do regime de Bashar el-Assad: “Ele morreu porque se interessava pelas causas do povo sírio. Era um verdadeiro patriota. O que lhe interessava não era a identidade de quem o matou, mas a identidade do país. A profissão era algo muito importante para ele, por isso os adoradores da morte, como o Daesh, mataram-no”, diz um familiar presente no funeral.

O documentário “EI em Alepo”, realizado por el Jerf para a cadeia internacional Al Arabiya News, foi visto mais de 12 milhões de vezes na Internet.

O autointitulado Estado Islâmico reivindicou o assassínio do jornalista, através das redes sociais. A polícia turca anunciou que lançou uma caça aos assassinos.