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Israel acusa formalmente dois judeus de morte de família palestiniana

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De  Rodrigo Barbosa  com AFP / Lusa
Israel acusa formalmente dois judeus de morte de família palestiniana

<p>As autoridades israelitas acusaram formalmente dois judeus pelo fogo posto que resultou na morte de uma família palestiniana em julho do ano passado, na Cisjordânia.</p> <p>O primeiro, identificado como Amiram Ben-Uliel, um jovem ultra-ortodoxo e ultra-nacionalista de 21 anos proveniente de Jerusalém, foi acusado de três homícidios. O segundo é um menos, cuja identidade não foi revelada, e que foi acusado de complicidade no crime.</p> <blockquote class="twitter-tweet" lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Name of suspect indicted in <a href="https://twitter.com/hashtag/Dawabshe?src=hash">#Dawabshe</a> case cleared for publication: Amiram Ben Uliel, 21 from Jerusalem <a href="https://t.co/8b6hDmFsIw">pic.twitter.com/8b6hDmFsIw</a></p>— Anna Ahronheim (@AAhronheim) <a href="https://twitter.com/AAhronheim/status/683574294459318272">January 3, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>A procuradora Rachel Avisar Abeles explicou que outros dois membros do mesmo grupo extremista judaico a que pertencia Ben-Uliel foram acusados por outros incidentes de violência contra palestinianos.</p> <p>O fogo posto de julho do ano passado resultou na morte de Saad Dawabsheh, da mulher e de um bebé de 18 meses.</p> <p>O irmão de Saad, Naser Dawabsheh, diz que “os tribunais de Israel estão agora a ser testados, para ver se desta vez são capazes de uma verdadeira Justiça para os palestinianos, ainda que seja uma única vez”.</p> <p>Os avogados dos acusados denunciam tortura por parte dos serviços secretos israelitas para obter as confissões dos crimes.</p> <p>A morte da família Dawabsheh provocou uma vaga de indignação em Israel, particularmente depois da divulgaçao de um vídeo<br /> no qual elementos do grupo extremista a que pertenciam os alegados atacantes parece festejar a morte do bebé.</p>