Mercados: Mais uma semana que começa o vermelho nas praças amarelas

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De  Dulce Dias  com Reuters, AFP, Económico, Jornal de Negócios, Zero Hora
Mercados: Mais uma semana que começa o vermelho nas praças amarelas

<p>As bolsas chinesas prosseguem, esta segunda-feira, as fortes quedas registadas na primeira semana do ano.</p> <p>O índice Xangai Composite encerrou a perder 5,33%, nos 3016.70 pontos – o nível mais baixo desde setembro do ano passado. A bolsa de Shenzhen recuou, quanto a ela, 6,60%.</p> <p>Os investidores continuam pessimistas quanto à saúde da segunda maior economia mundial, depois da publicação de indicadores pouco favoráveis, durante o fim de semana.</p> <p>Os preços na produção continuaram a cair, no mês de dezembro – 5,9%, prosseguindo as quedas a 46 meses -, e mais do que o esperado.</p> <p>Já o índice de preços ao consumidor subiu 1,6% – em linha de conta com as expectativas.</p> <p>Os dados relativos ao comércio externo e, mais concretamente, às exportações, serão divulgados esta semana – e os analistas preveem quedas da ordem dos 8%.</p> <p>Na próxima semana serão conhecidos o <span class="caps">PIB</span> do ano passado e o crescimento da economia no quarto trimestre.</p> <p>Em queda estão também os mercados financeiros russos, arrastados pela baixa do preço do petróleo e pelas sanções impostas a Moscovo, devido à crise na Ucrânia.</p> <p>O <span class="caps">RTS</span> recuou, em início de sessão, mais de 4%. Este índice, que se negocia em dólares, é extremamente sensível às flutuações do rublo, que descia, esta segunda-feira, para valores de há mais um ano face ao dólar.</p> <p>O dólar ultrapassou os 76 rublos e o euro os 83, pela primeira vez desde dezembro de 2014.</p> <p>Menos sensível às flutuações da moeda russa, o Micex, que só negocia em rublos, perdia, mesmo assim, 2,29%.</p> <p>As bolsas europeias continuam suspensas ao que se passa no oriente e iniciaram a semana com ligeiras perdas – menos de 1%. Portugal não foge à regras, Lisboa abriu a perder 0,35%, arrastada pela Galp, influenciada pelas quedas a pique – tanto em Londres, como em Nova Iorque, do preço do petróleo.</p>