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BTT, Cape Epic 2016: Henrique Avancini em 4.° e Tiago Ferreira em 5.°

O brasileiro Henrique Avancini, a fazer dupla com o alemão Manuel Fumic (Cannondale Factory Racing), e o português Tiago Ferreira, em equipa com o

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BTT, Cape Epic 2016: Henrique Avancini em 4.° e Tiago Ferreira em 5.°

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O brasileiro Henrique Avancini, a fazer dupla com o alemão Manuel Fumic (Cannondale Factory Racing), e o português Tiago Ferreira, em equipa com o grego Periklis Illas (Dolomit Superbike), estiveram em destaque este fim de semana, ao vencerem, respetivamente a última (twit em rodapé) e a penúltima etapas da clássica sul-africana deste ano do ciclismo de montanha internacional, a Epic Cape 2016.

A equipa de Avancini viria a terminar em 4.° lugar da tabela geral, com a dupla do campeão nacional de maratonas, Tiago Ferreira, logo em 5.°, respetivamente a 25 e 39 minutos dos vencedores.

O triunfo final coube aos Bulls, a equipa do alemão Karl Platt (vencedor pela quinta vez) e do suíço Urs Huber., com o tempo de 28h13m28,4s.. Em 2.° ficaram os Centurion Vaude by Meerendal 2, do suíço Nicola Rohrbach e do alemão Matthias Pfrommer.

Entre as senhoras, o triunfo na edição deste ano da Epic Cape coube às Spur-Specialized, da dinamarquesa Annika Langvad e da suíça Ariane Kleinhans, cumprindo as oito etapas da prova em 33h30m48,0s. Terceiro triunfo consecutivo da dupla Langvad-Kleinhans, de 31 e 32 anos respetivamente.

Em 2.°, ficaram as Sport for Good, da ucraniana Yana Belomoina e da alemã Sabine Spitz, e em terceiro as Topeak Ergon, da inglesa Sally Bigham e da alemã Adel Morath.

A Epic Cape é uma prova única no calendário internacional e reconhecida como tal pela União Ciclista Internacional (UCI). Os vencedores dos quatros masculinos e femininos recebem 320 pontos para o “ranking” da UCI (160 por ciclista), o que representa individualmente mais de metade dos 300 averbados ao vencedor de um Mundial de BTT.

Com um percurso renovado para cada edição, este ano a Epic Cape estendeu-se por mais de 650 quilómetros, com partida e chegada à região vinícola de Meerendal, e incluindo trilhos onde apenas uma bicicleta tinha espaço para passar.

Foi a edição com mais subidas da história desta competição, com um acumulado de 15.000 metros de ganho vertical entre o prólogo e as restantes sete etapas.