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Viagem ao mundo das drogas que confundem a Europa

São embalagens coloridas, chamam a atenção e o que contêm pode ser letal. Quando se fala em drogas, normalmente as referências que surgem são a

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Viagem ao mundo das drogas que confundem a Europa

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São embalagens coloridas, chamam a atenção e o que contêm pode ser letal. Quando se fala em drogas, normalmente as referências que surgem são a canábis, a cocaína, a heroína ou o ecstasy. E é verdade que a canábis, por exemplo, continua a ser a droga mais consumida na Europa. No entanto, há cada vez mais jovens a comprarem substâncias sintéticas que ficaram conhecidas nos últimos anos como “drogas legais”, vendidas na internet a preços bastante acessíveis em pacotes chamativos.

Porque é que lhes chamam “legais”? Porque os fabricantes antecipam-se à lei e estão constantemente a produzir novas substâncias químicas que não são interditas porque não são conhecidas. Uma estratégia que se tem revelado fatal para alguns consumidores.

Nesta edição de Insiders, a jornalista Valerie Zabriskie vai até à Irlanda, onde estes produtos foram proibidos ( “Chamar-lhes drogas legais é um erro enorme”). Adeline Percept e Kilian Davy-Baujard prepararam uma reportagem na Alemanha, onde o consumo de metanfetaminas, uma droga sintética mas ilegal, voltou a disparar – muitos apontam o dedo ao estrondoso sucesso da série americana Breaking Bad ( Infiltrados no tráfico das metanfetaminas na UE). Por último, falamos com Andrew Cunningham, do Observatório Europeu da Droga e Toxicodependência em Lisboa.