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França: Euro2016 marcado por ameaças terroristas e greves

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França: Euro2016 marcado por ameaças terroristas e greves

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O Campeonato Europeu de Futebol 2016, que dá hoje o pontapé de saída com o jogo entre a França e a Roménia, está a ser ofuscado pelas ameaças terroristas e pelas greves que ocorrem, há semanas, em França.

Na última noite, mais de 80 mil pessoas dançaram ao ritmo de David Guetta, dando início à festa do desporto rei.

O concerto onde não faltou um espetáculo de luzes, a Marselhesa e o hino do Euro2016, da autoria do músico francês, fez esquecer por horas a realidade tensa do quotidiano dos gauleses.

A França tem enfrentado, nas últimas semanas, várias greves por causa da contestação à nova lei do trabalho.

A partir de sábado, começa a greve dos pilotos da Air France, transportadora aérea oficial do Euro 2016.

As ruas de Paris estão a abarrotar de lixo devido à greve dos funcionários da recolha e tratamento de resíduos urbanos.

A presidente da câmara da capital, Anne Hidalgo, pediu já a intervenção da polícia para desbloquear garagens onde militantes da central sindical CGT impediam a saída de camiões do lixo.

A juntar a isto, os problemas usuais provocados pelos adeptos de futebol.

Para controlar os “hooligans” estabeleceu-se, em Paris, uma força de combate, que junta as polícias de vários países europeus, onde se inclui Portugal.

Na noite de quinta-feira, ainda antes do início do campeonato, a cidade de Marselha, no sul de França, foi palco de confrontos entre adeptos ingleses e franceses.

De acordo com as autoridades, dois britânicos e quatro polícias ficaram feridos.

A cidade de Marselha recebe o primeiro jogo da Inglaterra, no campeonato, que defronta a Rússia, este sábado.

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