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"Lucia di Lammermoor" no Teatro dos Campos Elísios

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"Lucia di Lammermoor" no Teatro dos Campos Elísios

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É o final da trágica história de Lucia di Lammermoor; no final triunfam os interesses de Lucia di Lammermoor.
Diana Damrau e todo o elenco interpretaram a obra prima de Donizetti no Teatro dos Campos Elísios, em Paris. O papel da comovente Lucia, a infeliz heroína, foi entregue áquela que é considerada como uma das maiores sopranos coloratura da atualidade.

“Lucia é papel de duplo para um soprano. A “tessitura”, a amplitude é muita alta. Além disso, para cada Lucia a personagem muda porque esta é uma ópera Bel Canto, ou seja, cada soprano é livre para mostrar a “bravura” da sua voz”, explica Diana Damrau.

A Orquestra do Teatro Regio de Turim foi conduzida por Gianandrea Noseda. A soprano lembra que “o próprio maestro Noseda é dramático, é um excelente músico e exige muito mas através do diálogo, o que é fantástico porque desta forma criamos juntos. Além disso, transmite muita energia, o que ajuda a inspiração, a música.

Diana acredita que, em relação “à cena da loucura, Donizetti estava familiarizado com a loucura. O compositor dá muitas oportunidades a quem canta de mostrar uma mente a caminho da loucura. É uma enorme oportunidade para nós. Existe também a questão do improviso, que adoro. Todos querem contribuir para a atmosfera de loucura da cena. E quem canta é realmente livre para fazer o que quiser”.

A soprano faz que estão de sublinhar que tem “tem muito amor para dar, é por isso que escolhi esta profissão: para tocar as pessoas através da música, através da minha voz. Além disso, os tesouros que nos foram deixados pelos compositores, pela nossa herança, merecem ser homenageados porque são presentes eternos e vão tocar no coração das pessoas nos próximos séculos”.

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