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PokémonGO é suspenso no Japão e ações da Nintendo é que sofrem

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PokémonGO é suspenso no Japão e ações da Nintendo é que sofrem

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Depois de quase duas semanas em rápida valorização, as ações da Nintendo sofreram esta quarta-feira uma queda de quase quinze por cento na bolsa de Tóquio. Foi a primeira quebra no valor dos títulos da empresa sediada em Kyoto, desde que o jogo PokémonGO foi lançado a 6 de julho nos Estados Unidos, na Austrália e na Nova Zelândia.

O motivo foi a súbita suspensão do lançamento do jogo no Japão, previsto para esta quarta-feira. A revelação de um email interno da McDonalds — principal patrocinadora do lançamento do jogo no Japão com cerca de 3000 estabelecimentos dedicados ao evento no país como ginásios para “treinadores” de Pokémons — gerou receios de que os servidores não aguentassem a massiva adesão de jogadores e, por isso, os promotores do jogo, nomeadamente a Niantic, decidiram adiar o lançamento.

“O desafio técnico que temos pela frente é conseguir suficiente capacidade na base do servidor para aguentar o esperado número de jogadores”, afirmou John Hanke, o presidente executico (CEO) da Niantic, a inventora do jogo distribuído pela Nintendo.

A Nikkei está a adiantar que o lançamento no Japão terá sido adiado um dia e deverá acontecer quinta-feira. A TechCrunch garante que o lançamento estará “iminente” mas sem data prevista. A desilusão dos japoneses refletiu-se de imediato na bolsa e nos títulos da Nintendo.

O PokémonGo está já disponível em cerca de 35 países, incluindo Portugal. O Japão, “casa” da Nintendo, e o Brasil (lançamento previsto para quinta-feira) são dois dos que ainda aguardam o lançamento oficial do jogo e onde os promotores vão estrear uma nova associação de patrocínio com a McDonalds que podera revelar uma faceta ainda mais lucrativa para este novo entretenimento que está a propagar de forma desmesurada uma febre por todo o planeta.

As últimas loucuras da febre dos Pokémons

  • Autoridades da Indonésia proíbiram as Forças Armadas e a polícia do país de jogarem PokémonGO durante as horas de serviço. A ordem abrange os funcionários do palácio presidencial, em Jacarta, onde já existem cartazes nas paredes a avisar: “É proibido jogar ou perseguir Pokémons no palácio.”
  • Uma Organização Não-Governamental da Bósnia alertou os “treinadores” de Pokémons do perigo de perseguir os monstrinhos em zonas de campos minados ainda existentes no país devido à guerra. “Pedimos aos cidadãos que não o façam, que respeitem os sinais de perigo de minas e que não entrenm em zonas que desconhecem”, avisou a ONG Posavina Bez Mina (Posavina Sem Minas, em português).
  • O mais alto grupo clérigo da Arábia Saudita renovou um edital com 15 anos no qual o jogo Pokémon é considerado anti-islâmico. A renovação deste edital foi feita sem referência direta à nova versão do jogo, o PokemonGO.
  • Ações da McDonalds Japão valorizaram quase 10 por cento depois de a sucursal nipónica da hamburgueria multinacional norte-americana ter sido confirmada como o primeiro patrocinador oficial do jogo num dos países em que vai ser explorado.
  • A Polícia de Segurança Pública de Portugal publicou nas redes sociais um manual com orientações para os jogadores de PokémonGO podeem perseguir e “caçar” monstrinhos no mundo de realidade aumentada sem correrem perigo no mundo real. A polícia espanhola emitiu o mesmo tipo de orientações.
  • Um condutor chocou contra um carro estacionado da polícia de Baltimore, nos Estados Unidos, enquanto jogava PokémonGO e conduzia. “Isto é o que ganho por jogar este estúpido jogo”, afirmou o condutor quando saia do carro (vídeo em baixo).

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