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Síria: novo rosto infantil do sofrimento, numa país sem ajuda humanitária

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Síria: novo rosto infantil do sofrimento, numa país sem ajuda humanitária

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Um menino de cinco anos vítima de um bombardeamento, em Alepo, tornou-se, esta quinta-feira, o mais recente símbolo do sofrimento dos 1,5 milhões de civis sitiados naquela cidade síria.

A criança foi resgatada de um edifício, ferida e desorientada, mas sabe-se que a sua família também sobreviveu ao ataque.

O menino das imagens, divulgadas pelo grupo de ativistas antiregime Alepo Media Center, foi identificado como Omran Daqneesh, residente no bairro de Qaterji, controlado pelos rebeldes, que foi bombardeado na quarta-feira à noite.

Um fotograma retirado do vídeo, publicado na internet pela organização, já foi visto por cerca de 100 mil pessoas, partilhado por milhares e publicado pela generalidade da imprensa internacional.

Em protesto pelo impasse para conseguir uma trégua de 48 horas em Alepo, o enviado especial da ONU para a Síria, Steffan de Mistura, anunciou que “suspendi a reunião do Grupo de Trabalho Humanitário como símbolo de profunda consternação, de respeito pelo Dia Mundial Humanitário, que se celebra a 19 de agosto, e de profunda infelicidade por a ajuda não estar a chegar a qualquer ponto da Síria, exceto Deir al-Zor. No caso de Alepo, a zona leste continua cercada e a zona ocidental está em vias de o ficar também”.

Segundo a ONU, há um mês que não entra qualquer ajuda humanitária na cidade, a segunda maior da Síria, situada no noroeste do país.

O antigo pólo comercial e industrial tem sido um dos principais palcos dos combates entre as forças do regime e os grupos rebeldes e jihadistas.

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