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Eleições antecipadas não deverão pôr fim à crise política na Croácia

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Eleições antecipadas não deverão pôr fim à crise política na Croácia

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A Croácia regressou às urnas este domingo, pela segunda vez em menos de um ano, para tentar eleger um governo que combata a grave crise económica que afeta o país.

Três anos após aderir à União Europeia, a Croácia encontra-se há meses num impasse político, após a queda do executivo conservador minoritário eleito em Janeiro.

As sondagens apontam para a continuação do impasse, quando nem a coligação de esquerda liderada pelos Sociais Democratas do SDP de Zoran Milanovic – dados como favoritos – nem os conservadores do HDZ de Andrej Plenkovic, deverão obter a maioria dos votos.

Os dois partidos deverão ter que voltar a forjar alianças com formações minoritárias para obter a maioria no parlamento, num momento em que o desemprego atinge 13% dos croatas e a dívida pública representa 85% do PIB nacional.

Para tentar recuperar a confiança do eleitorado, o HDZ, tenta virar a página do populismo e nacionalismo exacerbado do anteriori chefe de governo, com o discurso centrista do novo líder do partido e eurodeputado.

À esquerda, a coligação de Milanovic, defende um governo de “progresso e de tolerância”, por oposição ao anterior executivo conservador que não sobreviveu a vários escândalos e a um voto de confiança no parlamento em Junho.

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