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Trégua em risco na Síria: Raides contra rebeldes fazem feridos em Alepo

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Trégua em risco na Síria: Raides contra rebeldes fazem feridos em Alepo

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Quatro ataques aéreos foram lançados este domingo em Alepo contra as zonas controladas pelos rebeldes que se opõem ao governo do Presidente Bashar al-Assad, informou a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos, embora sem identificar os aviões. Os ataques provocaram feridos.

Uma fonte controlada por Damasco divulgou entretanto imagens que afirma mostrarem operações aéreas do exército sírio que este domingo destruíram posições do auto-proclamado Estado Islâmico na província oriental de Deir Ezzor. Estes ataques foram lançados na mesma área onde no sábado foi realizado o raide da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, que terá morto pelo menos 62 militares sírios.

De acordo com a agência noticiosa estatal SANA, o exército sírio recuperou o controlo de áreas que tinha perdido a favor do Daesh no leste do país, depois do raide aéreo da coligação liderada pelos Estados Unidos.

Os responsáveis americanos admitem ter atacado por engano tropas sírias, enquanto os militares russos avisam que esta operação veio abalar seriamente o já fragilizado acordo de cessar-fogo.

“Um incidente destas dimensões, que provocou um tão elevado número de vítimas, só foi possível graças à falta de discernimento do comando da coligação face ao contexto atual e porque os Estados Unidos recusam coordenar com a Rússia as operações contra os grupos terroristas na Síria. Aguardamos esclarecimentos”, disse chefe do do departamento operacional do Estado-maior general das forças armadas russas, Sergei Rudskoy.

Russos e sírios dizem que 62 soldados sírios foram mortos e uma centena ficaram feridos nos ataques de sábado junto ao aeroporto de Deir Ezzor, a maior cidade da parte oriental da Síria. A ONG Observatório Sírio para os Direitos Humanos confirmou o ataque e elevou a 80 a cifra de mortos, sem identificar porém os aviões que o lançaram.

O acordo de cessar-fogo assinado pelos Estados Unidos e pela Rússia há quase uma semana, estabelece que após sete dias de redução significativa da violência, americanos e russos deveriam passar a coordenar os ataques contra o Daesh e a ex-Frente al-Nusra.

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