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EUA acusam Rússia de responsabilidade no ataque a "comboio" de transporte de ajuda humanitária Moscovo nega

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EUA acusam Rússia de responsabilidade no ataque a "comboio" de transporte de ajuda humanitária Moscovo nega

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Depois de uma curta trégua, e de acusações de violação da mesma, o ataque de terça-feira a um “comboio” de ajuda humanitária, que provocou a morte a, pelo menos, 20 pessoas, recoloca a questão da violência na Síria e do papel da Rússia em toda esta questão, em cima da mesa e urgentemente.

Os camiões transportavam bens, das Nações Unidas e Cruz Vermelha, para cerca de 78.000 pessoas em Orum al-Koubra, na província de Alepo.

Se a situação humanitária no terreno era já dramática, agora fica pior. As Nações Unidas suspenderam, temporariamente, o envio de comboios humanitários, enquanto se avalia a situação, em termos de segurança.

Por seu lado a Casa Branca acusa a Rússia de responsabilidade neste incidente, ainda que Moscovo negue. Para os EUA só a Rússia ou o regime sírio, o que significa, basicamente o mesmo, podem estar na sua origem:

“Temos de determinar se o fim das hostilidades pode, ou não, continuar. Devemos, preferencialmente, já que temos essa oportunidade, neste momento, sentar-nos e procurar uma solução para reduzir a violência e centrar-nos nas preocupações humanitárias. Isso não significa que não estejamos preocupados com o fracasso total na demonstração de boa fé por parte da Rússia”, afirmou o conselheiro da Casa Branca para a Segurança Nacional, Ben Rhodes.

Moscovo garante que não houve nenhum bombardeamento aéreo e tenta demonstrá-lo, através de imagens, não datadas, nas quais mostra aquilo que diz serem os camiões com ajuda humanitária e uma carrinha “pickup”, ao lado de um deles, que diz pertencer aos rebeldes.

EUA e Rússia participam na Assembleia-Geral das Nações Unidas, que está a decorrer em Nova Iorque. É à margem deste encontro que John Kerry e Sergei Lavrov deverão tentar “acertar agulhas” sobre a questão síria. Encontrar o consenso, para que não caia por terra o acordo firmado em Genebra, a 9 de setembro, que previa, para além do cessar-fogo temporário, a cooperação militar, entre os dois países, contra os extremistas.

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