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Protestos anti-Trump continuam nos E.U.A.


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Protestos anti-Trump continuam nos E.U.A.

Os Estados Unidos da América ainda estão na reação aos resultados das eleições presidenciais um pouco por todo o país.

Em Portland, a polícia usou gás lacrimogéneo e granadas atordoantes na terceira noite de protestos para tentar dispersar centenas de pessoas.

Houve registo de uma pessoa ferida por um atirador não identificado e procurado pela Polícia, depois de 26 pessoas terem sido detidas na quinta-feira à noite.

Em Miami, as ruas e os recintos universitários começaram por ver protestos durante o dia, mas foi à noite que os manifestantes bloquearam a estrada interestadual 395.

Em Nova Iorque, a terapia para descarregar revolta fez-se através de mensagens em papéis colados na parede do metro, numa iniciativa do artista Matthew Chavez.

Podiam ouvir-se frases solidárias para com os manifestantes entre os utilizadores do transporte: “Estou um pouco triste e assustada com o que vai acontecer ao nosso país”, dizia uma passageira, ou “estou muito, muito chateado, deprimido mesmo. Acho que muitos nova iorquinos estão. É chocante, para dizer o mínimo. Mas percebemos agora que não vivemos numa bolha e que temos de lidar com isto de algum modo.”

Acima do nível dos túneis, as ruas nova iorquinas também assistiram pelo segundo dia e terceira noite a protestos de centenas de pessoas .

Para além de Nova Iorque, Atlanta, Filadélfia e São Francisco também tiveram protestos. Para este sábado estão marcados mais em Las Vegas, Los Angeles, Chicago, entre outras.

Durante 18 meses, Donald Trump, agora eleito presidente, alimentou a campanha com uma retórica inflamada e depreciativa acerca de imigrantes, muçulmanos e mulheres.

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