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Pilotos da Lufthansa retomam greve terça e quarta-feiras

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De  Dulce Dias  com EFE, AFP, REUTERS
Pilotos da Lufthansa retomam greve terça e quarta-feiras

<p>Mais dois dias de dor de cabeça em perspetiva para os passageiros da Lufthansa. O sindicado de pilotos da companhia alemã anunciou a retoma da greve estas terça e quarta-feiras. Ao todo, cerca de 1700 voos serão cancelados. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="fr"><p lang="en" dir="ltr">The Pilots union VC resumes its strike again.Tuesday, 29NOV, short-haul flights & Wednesday, 30NOV, short- & long-haul flights are affected</p>— Lufthansa (@lufthansa) <a href="https://twitter.com/lufthansa/status/803164487125639168">28 novembre 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Na semana passada, registaram-se quatro dias de paralisação. E as discussões de sexta-feira, entre direção e sindicato, não deram em nada.</p> <p>“A Lufthansa fez várias propostas ao sindicato Cockpit. E as conversações de ontem poderiam ter sido o início de novas negociações. Infelizmente, o sindicato interrompeu as conversações porque insiste na exigência de um aumento de salários de 20 por cento. Isto não pode continuar e o facto de termos mais dois dias de greve é uma grande desilusão para nós”, lamenta Martin Leutke, porta-voz da companhia.</p> <p>“Há quatro anos que andamos a negociar. Se a Lufthansa quisesse, há muito que poderia ter resolvido a questão. Por isso, também rejeitamos a acusação de que não estaríamos dispostos a fazer compromissos. Já fizemos muitas e muitas negociações com a Lufthansa. Tentámos sempre novas soluções. No entanto, ainda não há uma oferta negociável sobre a mesa”, remata Jörg Handwerg, porta-voz do sindicato Cockpit.</p> <p>A última proposta da companhia, apresentada sexta-feira, prevê um aumento escalonado de 4,4% até 2018. Os pilotos, que alegam não serem aumentados desde 2012, exigem um aumento acumulado de 22%, com efeitos retroativos desde 2012 até 2017.</p> <p>A contestação em torno dos aumentos salariais começou na primavera de 2014. Desde então, já se registaram 14 movimentos de greve dos pilotos da companhia.</p>