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Pierre Moscovici: Acordo sobre a dívida grega "exequível" até ao final do ano

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De  Dulce Dias  com Stamatis Giannisis, AFP, Reuters
Pierre Moscovici: Acordo sobre a dívida grega "exequível" até ao final do ano

<p>Em Atenas, Pierre Moscovici reiterou que um “acordo global, incluindo sobre a dívida grega,” é “exequível” até ao final do ano. Nem que, para isso, seja necessário uma reunião extraordinária do eurogrupo, eventualmente a 19 de dezembro.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="fr"><p lang="fr" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Moscovici?src=hash">#Moscovici</a> optimiste sur un accord sur la <a href="https://twitter.com/hashtag/dette?src=hash">#dette</a> grecque <a href="https://t.co/okQytQL3E8">https://t.co/okQytQL3E8</a> <a href="https://twitter.com/lgouliam"><code>lgouliam</a> <a href="https://t.co/ALPhJbL8hl">pic.twitter.com/ALPhJbL8hl</a></p>&mdash; AFP Athenes (</code>afpathenes) <a href="https://twitter.com/afpathenes/status/803591853220110336">29 novembre 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>No segundo dia da visita a Atenas, o Comissário Europeu para os Assuntos Económicos afastou, contudo, a hipótese de um quarto resgate da economia grega. </p> <p>“Não estamos a equacionar um quarto programa. Estamos no terceiro, e três já é muito! O que queremos é que o programa seja um sucesso, para que a Grécia possa sair do programa. Esse é, claramente, o nosso objetivo”, afirmou Moscovici.</p> <p>A reforma do mercado de trabalho e a forma de lidar crédito malparado são os principais pontos de bloqueio da avaliação. </p> <p>O correspondente da euronews da Atenas, Stamatis Giannisis, explica: “Já que alcançar um acordo sobre a avaliação do resgate em curso na reunião do Eurogrupo de segunda-feira parece difícil, o governo de Atenas aposta numa decisão política, que lhe permita continuar as negociações. O maior receio de Atenas é que os dois principais credores – <span class="caps">FMI</span> e Alemanha – cheguem a acordo para exigir mais austeridade.”</p>