Autoproclamado Estado Islâmico reivindica ataque ao mercado de Natal de Berlim

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De  Euronews
Autoproclamado Estado Islâmico reivindica ataque ao mercado de Natal de Berlim

<p>O autoproclamado Estado Islâmico (Daesh) reivindicou o ataque ao mercado de Natal de Berlim. A informação foi avançada pela Amaq, a agência de notícias do grupo terrorista. </p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Breaking?src=hash">#Breaking</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/ISIS?src=hash">#ISIS</a>, via al-Amaq, claims responsibility for the attack in <a href="https://twitter.com/hashtag/Berlin?src=hash">#Berlin</a>, calling the attacker a "soldier of the Islamic State" <a href="https://t.co/PuwkRq2hsU">pic.twitter.com/PuwkRq2hsU</a></p>— Michael Horowitz (@michaelh992) <a href="https://twitter.com/michaelh992/status/811289680276660224">20 de dezembro de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>O atacante continua a monte.</p> <p>O principal suspeito, um migrante paquistanês, foi libertado. </p> <p>A polícia já havia alertado a população para a possibilidade de estar foragido, o condutor do camião que matou 12 pessoas e feriu 48 na segunda-feira.</p> <p>“É possível que o perigoso criminoso esteja a monte e naturalmente há preocupação. Penso que as pessoas que vivem nesta cidade devem estar vigilantes”, tinha declarado Klaus Kandt, chefe da polícia de Berlim.</p> <p>No interior do camião, foi encontrado morto a tiro um cidadão polaco, mas a polícia garante que não era a pessoa ao volante. </p> <p>A arma do crime não foi encontrada.</p> <p>As autoridades recolhem todos os elementos que possam fornecer pistas credíveis para identificar o suspeito, incluindo amostras de <span class="caps">ADN</span>.</p> <p>O ataque ensombra as festividades natalícias mas, apesar da tragédia, vão manter-se conforme previsto. </p> <p>As autoridades estão a colocar barreiras para impedir viaturas de entrarem nos mercados e recintos festivos.</p> <p>O policiamento e os planos de segurança vão ser reforçados até depois do ano novo.</p>