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Ataque em Istambul: Portugal junta-se às condenações e reafirma empenho antiterrorismo


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Ataque em Istambul: Portugal junta-se às condenações e reafirma empenho antiterrorismo

O Governo português junta-se ao coro internacional de condenação do ataque às primeiras horas deste Novo Ano à discoteca Reina, uma das mais famosas de Istambul e da Turquia. O ataque aconteceu uma hora e um quarto após a celebração de passagem de ano, estavam no local mais de 600 pessoas, morreram 39 e mais de 60 ficaram feridas, quatro destas em estado grave.

“O Governo português condena firmemente o atentado cometido ontem em Istambul. O Governo exprime a sua solidariedade com o povo e as autoridades turcas e reafirma o empenhamento de Portugal na luta contra o terrorismo em todas as suas formas”, lê-se no comunicado.

O primeiro-ministro turco já esteve no local e também visitou os feridos no hospital. Aos jornalistas, Binali Yldrim revelou que “o atirador deixou a arma no local do crime e fugiu aproveitando o caos instalado”. “Ouvi alguns relatos de que o terrorista estaria disfarçado de Pai Natal quando entrou aos tiros na discoteca, mas isso não é verdade”, garantiu o chefe de Governo, acrescentando que “a polícia está a investigar o caso, a seguir algumas pistas”, mas por enquanto ainda sem descobrir nada em concreto.

Entre os 39 mortos confirmados neste ataque, havia pelo menos 24 estrangeiros, entre eles, dois europeus: uma franco-tunisina e um belga. Além destes, morreram também um canadiano, um israelita, dois indianos, dois libaneses e sete sauditas — era o balanço quando ainda faltava identificar quatro cadáveres.

Das onze vítimas turcas identificadas, foi já realizado o funeral de Ayhan Arik, um agente de turismo que deixa mulher e dois filhos.

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