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Ucrânia: Nacionalistas querem nova liderança


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Ucrânia: Nacionalistas querem nova liderança

Três anos após revolução da Maidan, na Ucrânia, milhares de pessoas voltam a protestar na Praça da Independência em Kiev.

Depois da queda de um presidente e do seu regime, depois das fronteiras da Europa terem sido reescritas, depois do país ter entrado numa guerra civil e a Rússia e o Ocidente entrarem no período mais conturbado das suas relações desde a Guerra Fria, nacionalistas ucranianos reclamam por uma nova liderança.

“Infelizmente, nos últimos três anos, não vimos qualquer dignidade por parte dos nossos líderes políticos. Talvez, este protesto os faça pensar que a dignidade não deve ser mostrada, apenas, por aqueles que morreram durante a revolta Maidan e aqueles que estão, agora, a morrer na linha da frente”, reclama um dos manifestantes.

A manifestação foi organizada por três grupos de direita da Ucrânia – o partido nacionalista Svoboda (Liberdade), o setor de extrema-direita e o recém-formado Partido do Corpo Nacional, fundado por membros do batalhão Azov.

Os ultranacionalistas pedem o fim do comércio com os territórios controlados pelos separatistas pró-russos, no leste da Ucrânia.

Para isso, bloquearam as vias férreas da região, impedindo que o carvão chegasse ao resto do país.

O Governo de Kiev apelou ao fim do bloqueio para evitar uma crise energética no país.

Entretanto, o presidente, Petro Poroshenko, pediu à União Europeia que impusesse novas sanções contra a Rússia. Kiev está contra a decisão do Kremlin de reconhecer passaportes emitidos pelas autoridades separatistas do leste da Ucrânia, o que dizem ser uma clara violação dos acordos de Minsk.

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