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Frontex critica organizações que ajudam migrantes ao largo da Líbia


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Frontex critica organizações que ajudam migrantes ao largo da Líbia

A agência europeia de gestão de fronteiras critica as organizações não-governamentais que ajudam migrantes ao largo da Líbia. Segundo o chefe da Frontex, Fabrice Leggeri, ao fazê-lo, estas ONG estão de facto a encorajar o tráfico de pessoas.

Numa entrevista, publicada esta segunda-feira, ao jornal alemão Die Welt, Leggeri reconhece que de acordo com a legislação marítima todos aqueles que estejam no mar têm o dever de salvar embarcações e pessoas em perigo, mas ressalva que é necessário “evitar o apoio às redes criminosas e aos traficantes na Líbia através de navios europeus que socorrem migrantes cada vez mais perto da costa da Líbia”.

Segundo Fabrice Leggeri, é cada vez mais frequente os traficantes colocarem migrantes em embarcações precárias, sem reservas suficientes de água e combustível.

Ainda de acordo com o chefe da Frontex, estas organizações não colaboram com as autoridades de segurança europeias e com este tipo de intervenção tornam mais difícil às autoridades conseguirem obter informações sobre as redes de tráfico de pessoas.

Em dezembro passado, a Frontex sugeriu uma simbiose entre as redes que controlam os transportes de migrantes da Líbia e os navios privados que os recuperam no mar, acusações que a organização Médicos sem Fronteiras considerou “extremamente graves e prejudiciais”.

Sediada em Varsóvia, a Frontex (oficialmente Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia) foi criada a 26 de Outubro de 2004, com a finalidade de coordenar a cooperação entre os países da UE para a gestão das suas fronteiras externas.

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