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Dia Mundial da Liberdade de Imprensa


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Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

Numa mensagem divulgada para o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu o “fim de todo o tipo de repressão contra jornalistas. Precisamos que os líderes defendam uma imprensa livre”. O português que lidera o organismo internacional defendeu que “quando protegemos jornalistas, as suas palavras e imagens podem mudar o mundo”.

Gueterres lembrou ainda que a liberdade de imprensa é “fundamental para combater a atual (tendência à) desinformação. Precisamos que todos defendam nosso direito à verdade”.

O secretário-geral afirmou também que “os jornalistas vão aos lugares mais perigosos do mundo para dar voz aos sem-voz”.



Neste dia, a Amnistia Internacional decidiu destacar a detenção de jornalistas em todo o mundo por causa do trabalho que fazem. Estados Unidos e Turquia são dados como exemplos de países onde ocorrem detenções de profissionais da comunicação apenas pelo trabalho que fazem.

“Os jornalistas têm um papel crítico ao responsabilizar os governos por abusos contra os direitos humanos. Quando estão trabalhando na Turquia, Egito, México, Estados Unidos ou em qualquer outro lugar do mundo, os jornalistas devem ter capacidade para realizar o seu trabalho “, afirmou Margaret Huang, diretora executiva da Amnistia nos Estados Unidos.

A UNESCO condena a imponidade dos assassinos de jornalistas

A diretora geral da UNESCO, Irina Bokova, também a propósito desde Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, condenou a impunidade dos assassinos de jornalistas e comprometeu-se a combater este fenómeno através da sensibilização de juízes e forças de segurança.

“Nove em cada 10 casos são têm uma investigação formal e se existe não se consegue chegar aos culpados”, lembrou Bokova, numa conferência de imprensa em Jacarta, à margem de um evento da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) relacionado com o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

De acordo com dados do organismo da ONU, 102 jornalistas foram mortos em 2016 em pleno exercício da profissão.

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