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Confrontos violentos no Médio Oriente


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Confrontos violentos no Médio Oriente

Um palestiniano foi morto esta segunda-feira depois de tentar esfaquear oficiais israelitas perto de Jerusalém, em Abu Dis, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump se encontrava de visita à Cidade Antiga, a apenas alguns quilómetros.


Desde 2015, 42 israelitas foram mortos, para além de dois turistas americanos e de um estudante britânico em ataques palestinianos.

No mesmo período, cerca de 246 palestinianos, alegadamente atacantes, foram mortos por fogo israelita, segundo fonte de Israel.

Em Qalandia,Cisjordânia, manifestantes palestinianos confrontaram tropas israelitas durante a greve geral que decorre em apoio aos cerca de 6 500 prisioneiros mantidos em prisões israelitas. Perto de 1500 de entre eles estão também em greve, mas de fome, há 36 dias e, alguns, de sede. Exigem melhores condições e mais contato com a família.


Centenas de manifestantes bloquearam estradas em cidades e vilas na Cisjordânia. Em Belém, lojas e repartições governamentais estiveram fechadas, enquanto grupos asseguravam que a greve não era violada.


O comité palestiniano para assuntos dos prisioneiros apelou a um “dia de raiva” para quando Trump visitar Belém, o que acontece esta terça-feira, para, dizem “a voz dos detidos ser ouvida pelo presidente.”