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Os muçulmanos de todo o mundo celebram, esta noite, o fim do Ramadão. Celebrações que, em muitos países, estão ameaçadas pela sombra do terrorismo. Em Bagdade, enquanto muitos enchem os mercados com as compras para a festa, a guerra não está esquecida, nem o terror espalhado pelo grupo Estado Islâmico, que parece estar prestes a perder as últimas zonas do Iraque que ainda domina, com o lançamento da última ofensiva em Mossul: “Viemos comprar roupa para os filhos. Espero que este Eid sirva também para festejar a libertação de Mossul. Se Deus quiser, no próximo Eid o Daesh já não vai existir e o nosso futuro vai ser muito melhor”, diz um cliente.

Outro país onde a situação tensa está a ensombrar estas celebrações é as Filipinas, onde o governo continua a combater as milícias ligadas ao Daesh na ilha de Mindanao. No entanto, também aqui parece haver boas notícias. O exército filipino anunciou que o presumível chefe dos jihadistas, Isnilon Hapilon, terá fugido da zona de Marawi, onde os combates prosseguem há cinco semanas.