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Amnistia Internacional denuncia atrocidades contra civis no Sudão do Sul

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De  Nelson Pereira
Amnistia Internacional denuncia atrocidades contra civis no Sudão do Sul

<p>Milhares de mulheres, meninas e homens vítimas de violência sexual no Sudão do Sul, desde o iníco das hostilidades em 2013, entre apoiantes do presidente e do antigo vice-presidente. A Amnistia internacional lança o alarme. A <span class="caps">ONG</span> acaba de divulgar um <a href="https://www.amnesty.org/en/documents/afr65/6469/2017/en/">relatório</a> que denuncia crimes sexuais premeditados cometidos em grande escala e a impunidade dos ofensores.</p> <p>Segundo os autores do relatório, a identidade étnica das vítimas foi, em muitos casos, o critério que motivou as agressões, frequentemente confundida com apoio político ao presidente Salva Kiir, da etnia Dinka, ou ao seu rival, Riek Machar, da etnia Nuer.</p> <p>“Os sobreviventes de violência sexual, no Sudão do Sul enfrentam numerosos problemas – não apenas dificuldade de acesso a tratamento médico adequado, mas também a estigmatização por parte das suas famílias e comunidades. As mulheres são repudiadas pelos maridos, humilhadas pelas suas comunidades, ostracizadas pelas suas comunidades, que as resposabilizam a elas e não aos ofensores”, disse Priscilla Nyagoah, conselheira legal da Amnistia Internacional no Sudão do Sul.</p> <p>Abandonadas a si próprias, sem ninguém a quem recorrer, as vítimas encontram-se num estado de profundo sofrimento psicológico, conclui o relatório da Amnistia Internacional.</p> <p>Dezenas de milhares de pessoas perderam a vida e mais de 3,5 milhões foram deslocados desde o início dos conflitos no país.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">1 in 3 people in <a href="https://twitter.com/hashtag/SouthSudan?src=hash">#SouthSudan</a> has been displaced from their homes due to conflict & humanitarian needs since the crisis erupted in Dec 2013 <a href="https://t.co/aPdlQcS58d">pic.twitter.com/aPdlQcS58d</a></p>— <span class="caps">IOM</span> South Sudan (@IOMSouthSudan) <a href="https://twitter.com/IOMSouthSudan/status/886939744168542209">17 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/SouthSudan?src=hash">#SouthSudan</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/FoodSecurity?src=hash">#FoodSecurity</a> situation report – by <a href="https://twitter.com/FAOemergencies"><code>FAOemergencies</a> <a href="https://t.co/BPyDpNbLVG">https://t.co/BPyDpNbLVG</a> <a href="https://t.co/qRJS9HwCkg">pic.twitter.com/qRJS9HwCkg</a></p>— FAO Newsroom (</code>FAOnews) <a href="https://twitter.com/FAOnews/status/889330565182357505">24 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>