This content is not available in your region

Oposição acusa Comissão de Eleições de obstrução

Access to the comments Comentários
De  Nara Madeira
Oposição acusa Comissão de Eleições de obstrução

<p>Quatro partidos da oposição angolana, entre eles a <span class="caps">UNITA</span> e a coligação <span class="caps">CASA</span>-CE acusam a Comissão Nacional de Eleições de obstruir o processo eleitoral. </p> <p>Em vésperas do escrutínio, falta agilidade no processo de credenciamento. A oposição insiste na transparência: </p> <p>“Sem credenciamento não há, efetivamente, a fiscalização do voto. Até hoje não publicou os cadernos eleitorais nos jornais nacionais. Há uma postura clara da instituição <span class="caps">CNE</span> surgir como uma obstrução à transparência das eleições”, afirmou Adalberto da Costa Júnior, um dos elementos da lista da Unita às eleições. </p> <p>“Nós não podemos reconhecer um resultado que não é fruto da transparência, não é fruto de um processo justo, credível”, frisa André Mendes de Carvalho, pela coligação <span class="caps">CASA</span>-CE. </p> <p>Obstrução, que segundo o responsável da <span class="caps">UNITA</span> se reflete também na ida de observadores internacionais ao país para fiscalizar as eleições: </p> <p>“Hoje, tal como aconteceu com a União Europeia, uma obstrução à vinda dos observadores internacionais e as embaixadas não deram vistos à maior parte dos observadores, por isso há aqui uma postura muito negativa do Estado angolano”, refere Adalberto da Costa Júnior. </p> <p>A União Europeia enviou apenas três observadores a Angola. Os convites chegaram tardiamente, e o país não estava disposto a responder às necessidades do bloco europeu.</p> <p><a href="http://pt.euronews.com/tag/angola-2017"><img src="https://static.euronews.com/articles/19/01/190154/640x184_bonus-angola-2017.jpg" style="width:100%;"></a></p>