EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Oposição acusa Comissão de Eleições de obstrução

Oposição acusa Comissão de Eleições de obstrução
Direitos de autor 
De  Nara Madeira
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Quatro partidos da oposição angolana, entre eles a UNITA e a coligação CASA-CE acusam a Comissão Nacional de Eleições de obstruir o processo eleitoral.

PUBLICIDADE

Quatro partidos da oposição angolana, entre eles a UNITA e a coligação CASA-CE acusam a Comissão Nacional de Eleições de obstruir o processo eleitoral.

Em vésperas do escrutínio, falta agilidade no processo de credenciamento. A oposição insiste na transparência:

“Sem credenciamento não há, efetivamente, a fiscalização do voto. Até hoje não publicou os cadernos eleitorais nos jornais nacionais. Há uma postura clara da instituição CNE surgir como uma obstrução à transparência das eleições”, afirmou Adalberto da Costa Júnior, um dos elementos da lista da Unita às eleições.

“Nós não podemos reconhecer um resultado que não é fruto da transparência, não é fruto de um processo justo, credível”, frisa André Mendes de Carvalho, pela coligação CASA-CE.

Obstrução, que segundo o responsável da UNITA se reflete também na ida de observadores internacionais ao país para fiscalizar as eleições:

“Hoje, tal como aconteceu com a União Europeia, uma obstrução à vinda dos observadores internacionais e as embaixadas não deram vistos à maior parte dos observadores, por isso há aqui uma postura muito negativa do Estado angolano”, refere Adalberto da Costa Júnior.

A União Europeia enviou apenas três observadores a Angola. Os convites chegaram tardiamente, e o país não estava disposto a responder às necessidades do bloco europeu.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Angola aprovou a dispensa de visto de turismo até 90 dias

Cimeira da SADC: João Lourenço pede contribuições para o "reforço da integração regional”

Human Rights Watch alerta para "graves abusos" contra ativistas cometidos pela polícia angolana