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Em direto. Três militares norte-americanos abatidos no Irão e nove civis mortos em Israel após ataque iraniano

Apoiantes do governo choram numa concentração depois de a televisão estatal ter anunciado oficialmente a morte do líder supremo iraniano, Ayatollah Ali Khamenei, em Teerão, a 1 de março de 2026
Apoiantes do governo choram numa concentração depois de a televisão estatal ter anunciado oficialmente a morte do líder supremo iraniano, Ayatollah Ali Khamenei, em Teerão, a 1 de março de 2026 Direitos de autor  AP Photo
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De Rui Azevedo
Publicado a Últimas notícias
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Além das três mortes, há cinco feridos graves entre os soldados norte-americanos. Trump diz que 58 líderes iranianos foram eliminados na operação israelo-americana, que, segundo Netanyahu, se vai intensificar. Alireza Narafi nomeado líder supremo interino do Irão até à eleição do sucessor permanente

Bem-vindo ao nosso segundo dia de cobertura da evolução da situação no Médio Oriente, um dia depois de os EUA e Israel terem lançado ataques aéreos contra o Irão, enquanto prosseguem as duras negociações sobre o programa nuclear do país.

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Em retaliação, o Irão começou por visar os meios militares americanos em todos os países da região do Golfo, com exceção de Omã.

No sábado à noite, a televisão estatal iraniana noticiou a morte do Ayatollah Ali Khamenei e de cerca de 40 outros altos funcionários.

O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica prometeu desencadear "a mais devastadora operação ofensiva" contra as bases americanas e Israel.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (EUA) anunciou, este domingo, que três militares norte-americanos foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos no âmbito da Operação Fúria Épica, que envolve ataques conjuntos com Israel ao Irão. Além disso, o Pentágono informou que vários outros soldados sofreram lesões ligeiras.

Aumentou também o número de baixas civis em resultado da retaliação de Teerão. Na cidade de Beit Shemesh, no centro de Israel, pelo menos nove pessoas morreram após o bombardeamento iraniano de uma zona residencial. Os Emirados Árabes Unidos reportaram três mortes e o Kuwait uma desde sábado.

Do outro lado da barricada, Donald Trump deu conta, em entrevista ao canal de televisão norte-americano Fox News, de que a operação israelo-americana, que "está a avançar rapidamente", matou 48 líderes iranianos. Benjamin Netanyahu já garantiu, este domingo, que as ações militares de Israel e dos EUA em solo iraniano vão intensificar-se nos próximos dias.

Entretanto, foi nomeado o líder supremo interino do Irão após a morte de Ali Khamenei. Trata-se de Alireza Narafi, um religioso da confiança do aiatola que comandava o país desde 1989.

Os ataques de Israel e EUA ao Irão já fizeram mais de 200 mortos e de 700 feridos, de acordo com o Crescente Vermelho. O número de mortos do ataque a uma escola no sul do Irão terá feito pelo menos 153 vítimas mortais, incluindo crianças, segundo as autoridades iranianas.

Trump diz que 48 líderes iranianos foram eliminados

Em entrevista ao canal de televisão norte-americano, Donald Trump afirmou que "48 líderes iranianos foram "eliminados de uma só vez" e que a operação no Irão está "a avançar rapidamente".

Em declarações à CNBC, outra estação televisiva do país, o presidente dos EUA reforçou a ideia de que as ações militares estão a decorrer a um ritmo mais veloz do que o previsto. "Estamos a fazer o nosso trabalho não só por nós, mas pelo mundo", notou Trump.

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Pelo menos nove mortos em ataque iraniano a Beit Shemesh

Rui Azevedo



Um míssil iraniano atingiu este domingo uma zona residencial da cidade de Beit Shemesh, no centro de Israel, cerca de 30 quilómetros a oeste de Jerusalém, matando pelo menos nove pessoas e ferindo 51, segundo os serviços de emergência.

A ofensiva destruiu também uma sinagoga, havendo neste momento registo de 11 desaparecidos, segundo a polícia local, citada pela imprensa israelita. Está em curso uma operação de busca para resgatar civis que estarão presumivelmente debaixo dos escombros.

Trata-se do ataque mais mortal até agora, em solo israelita, do conflito que foi desencadeado este sábado.

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Três militares norte-americanos mortos e cinco gravemente feridos no Irão

Rui Azevedo

O Departamento de Defesa dos EUA informou, na rede social X, que três militares norte-americanos foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos no âmbito da operação israelo-americana no Irão, denominada "Fúria Épica".

O Pentágono fez também saber que vários outros soldados sofreram ferimentos ligeiros, sendo que os combates de grande envergadura prosseguem no terreno.

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Festejos em Teerão com a notícia da morte de Ali Khamenei

Rui Azevedo

Pouco depois de noticiada pela imprensa israelita e internacional a morte de Ali Khamenei, ecoaram em Teerão ruidosas celebrações que quebraram o silêncio de um dia marcado por ataques, medo e muita incerteza.

De várias habitações chegaram sons de festa, desde aplausos a gritos de júbilo emitidos por uma população que parecia feliz com os últimos desenvolvimentos.

Ao mesmo tempo, foi lançado fogo de artifício que se destacava entre a escuridão da noite.

Os festejos começaram pouco depois das 23h locais.

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Principal assessor de Ali Khamenei promete vingar-se de Israel e dos EUA

Rui Azevedo

Depois de a imprensa israelita ter dado conta de que tanto o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, como o presidente dos EUA, Donald Trump, já viram uma imagem do cadáver de Ali Khamenei, alegadamente morto nos bombardeamentos da manhã de sábado, o principal assessor do líder supremo do Irão prometeu vingança.

Na rede social X, Ali Larijani usou palavras muito duras contra a aliança israelo-americana e ameaçou abertamente os dois países:

«Faremos com que os criminosos sionistas e os americanos sem vergonha se arrependam das suas ações. Os bravos soldados e a grande nação do Irão darão uma lição inesquecível aos opressores internacionais infernais», escreveu Larijani.

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Khamenei está morto e corpo foi encontrado, garante oficial israelita à imprensa do país

Rui Azevedo

Um oficial israelita assegurou à imprensa do país que o líder supremo do Irão, Ali Khamenei está morto. O corpo já foi encontrado nos escombros do complexo onde a maior figura do regime iraniano vivia, em Teerão, avança a Reuters, que obteve a confirmação junto de um alto funcionário do Estado judaico.

Segundo o Channel 12, citado pelo Times of Israel, foi mostrada ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e ao presidente dos EUA, Donald Trump, uma imagem do corpo de Khamenei, após ter sido recuperado pelas autoridades iranianas da residência atacada esta manhã.

Uma fonte familiarizada com o assunto contou ao mesmo jornal que o embaixador israelita nos EUA, Yechiel Leiter, informou as autoridades americanas de que Israel conseguiu matar Ali Khamenei.

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Netanyahu pede que iranianos aproveitem "oportunidade única" para derrubar regime

Rui Azevedo



Benjamin Neatnyahu dirigiu-se especificamente ao "corajoso" povo iraniano na comunicação que fez este sábado à noite e pediu-lhes que não desperdicem uma "oportunidade única" para se libertarem da "tirania" do regime teocrático de Teerão.

"Esta é uma oportunidade para fazer algo. Não fiquem de braços cruzados, porque esse momento chegará e vocês serão chamados a sair às ruas em massa, porque vocês têm de concluir este trabalho, e derrubar e erradicar este regime", declarou, aludindo a "uma missão histórica".

Netanyahu afirmou também que comandantes da Guarda Revolucionária e outros altos funcionários nucleares foram eliminados, acrescentando que Israel vai continuar a visar "milhares de alvos" do "regime terrorista" do Irão.

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Netanyahu: há "sinais crescentes" de que Ali Khamenei está "morto"

Rui Azevedo

Num discurso televisivo à nação em hebraico, o primeiro-ministro israelita afirmou que há "sinais crescentes" de que o líder supremo do Irão, o "ditador" Ali Khamenei, está "morto".

A televisão israelita Channel 12 deu conta de que foram lançadas 30 bombas sobre o complexo residencial da principal figura do regime dos aiatolas. Não se sabe se Ali Khamenei se encontrava naquelas instalações aquando do ataque, sendo que não houve qualquer aparição pública do líder supremo desde o início da ofensiva, apesar de ter sido anunciado um discurso do próprio durante a tarde.

Imagens de satélite mostram que o complexo em Teerão foi fortemente danificado no bombardeamento inicial.

Benjamin Netanyahu encerrou o discurso apelando aos cidadãos de Israel para que sigam as recomendações de segurança do Comando da Frente Interna do país, tendo referido que a operação contra o Irão continuará "enquanto for necessário".

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Ministros israelitas: operações no Irão deverão durar "cerca de uma semana"

Rui Azevedo

Vários membros do governo de Israel, citados pela televisão pública do país, adiantaram que a operação dos EUA e de Israel contra o Irão tem a duração prevista de cerca de uma semana.

O calendário pode, no entanto, ser encurtado caso o líder supremo Ali Khamenei seja morto, o que poderia levar os iranianos a uma revolta bem-sucedida contra o regime.

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Israel diz ter atingido 500 alvos no Irão

Rui Azevedo



As Forças de Defesa de Israel (IDF) emitiram um "aviso urgente" para que os iranianos abandonem a zona industrial na região de Isfahan por causa de um ataque aéreo iminente a infraestruturas militares.

A indicação foi dada por um porta-voz das IDF em língua persa num comunicado. A investida é parte de uma série de centenas de ataques israelitas no oeste e sul do Irão, nomeadamente na cidade de Bushehr, onde está localizada uma conhecida central nuclear. Ao todo, Israel diz ter visado 500 alvos em solo iraniano.

Do outro lado, as hostilidades também não param. Voltaram a ouvir-se as sirenes em todo o centro de Israel em resultado do lançamento de mísseis balísticos por parte de Teerão. As forças israelitas afirmam estar a tentar intercetar os projéteis.

O ministro da Educação, Yoav Kisch, anunciou que as escolas israelitas vão manter-se fechadas até segunda-feira às 20h.

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Mais de 200 mortos e de 700 feridos no Irão

Rui Azevedo



Registaram-se 201 mortos e 747 feridos em 24 províncias do Irão atingidas pelos ataques dos EUA e de Israel este sábado, avança um porta-voz da Sociedade do Crescente Vermelho do Irão à agência de notícias iraniana Mehr.

De acordo com este porta-voz, mais de 220 equipas desta organização humanitária não governamental prestam assistência nos locais afetados, onde prosseguem as operações de resgate.

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Número de mortos em escola iraniana sobe para 85

Rui Azevedo

O número de mortos na escola primária feminina da cidade de Minab, no sul do Irão, atingida pelos bombardeamentos isarelo-americanos, subiu para 85, informa o procurador local citado pela imprensa estatal iraniana.

Outro dos alvos da ofensiva foi um pavilhão desportivo em Lamerd, também no sul do Irão, onde 15 pessoas foram mortas, segundo a agência de notícias iraniana Fars.

No momento do ataque, havia crianças a brincar e a fazer exercício físico no local, reporta a Fars.

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Militares iranianos proíbem passagem no Estreito de Ormuz

Rui Azevedo

Os navios no Golfo estão a receber transmissões de rádio de alta frequência da Guarda Revolucionária Iraniana a alertar que não terão permissão para passar nesta via navegável.

Imagens de satélite mostram uma acumulação de navios junto a grandes portos, como Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos.

A informação foi avançada à Reuters por um oficial da missão naval da União Europeia, Aspides, ainda que o Irão não tenha confirmado oficialmente a restrição.

O estreito de Ormuz, situado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, tem uma importância central para o comércio global de energia, com cerca de 20% do consumo mundial de petróleo a passar por este ponto estratégico.

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Conselho de Segurança da ONU reúne-se de emergência esta noite

Rui Azevedo

O Conselho de Segurança das Nações Unidas convocou uma reunião de emergência para este sábado no seguimento dos ataques dos EUA e de Israel ao Irão que já mereceram retaliação por parte da República Islâmica.

A sessão tem início previsto para as 16h de Nova Iorque (21h de Lisboa) e, de acordo com a ONU, vai abordar a "situação no Médio Oriente".

Entretanto, o chefe das Nações Unidas já condenou a "escalada militar na região".

Numa mensagem publicada na rede social X, António Guterres deixou claro que o conflito "prejudica a paz e segurança internacionais", apelando para "a cessação imediata das hostilidades" e encorajou vivamente todas as partes a "regressarem imediatamente à mesa das negociaões".

"Todos os Estados-Membros devem respeitar as suas obrigações ao abrigo do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. A Carta proíbe claramente «a ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado, ou de qualquer outra forma incompatível com os Objetivos das Nações Unidas», escreveu Guterres, para quem "não há alternativa viável à resolução pacífica de disputas internacionais, em total conformidade com o direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas".

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Trump: "Tudo o que quero é liberdade para o povo"

Rui Azevedo

No primeiro comentário aos acontecimentos desde a mensagem de vídeo gravada que deixou ao início do dia nas redes sociais, o presidente dos EUA reafirmou ao jornal norte-americano Washington Post que o ataque ao Irão é preventivo.

"Quero uma nação segura e é isso que vamos ter», referiu Trump. "Tudo o que quero é liberdade para o povo", acrescentou o líder da Casa Branca, que no vídeo anteriormente publicado já tinha incentivado o povo iraniano a depor o regime dos aiatolas.

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Arábia Saudita diz ter sido atacada pelo Irão

Rui Azevedo

A Arábia Saudita fez saber que está entre os países atacados pelo Irão este sábado. Foram visadas a capital, Riade, e a região oriental, informou o reino do Médio Oriente.

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, a ofensiva perpetrada pela República Islâmica foi neutralizada. A Arábia Saudita diz tratar-se de um ataque injustificado e que ocorreu apesar de «as autoridades iranianas saberem que o reino confirmou que não permitiria que o seu espaço aéreo ou território fossem usados para um ataque ao Irão".

A diplomacia saudita não põe de parte a hipótese de retaliação.

«À luz desta agressão injustificada, o reino afirma que tomará todas as medidas necessárias para defender a sua segurança e proteger o seu território, cidadãos e residentes, incluindo a opção de responder à agressão", afirmou.

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Comandante da Guarda Revolucionária e ministro da Defesa do Irão estarão mortos

Rui Azevedo

O comandante da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão, o general Mohammad Pakpour, e o ministro da Defesa iraniano, Amir Nasirzadeh, foram mortos na sequência da ofensiva israelo-americana desta manhã no Irão, de acordo com três fontes familiarizadas com o assunto ouvidas pela Reuters.

As autoridades israelitas, citadas pelo The Times of Israel, deram conta também da morte do chefe da inteligência iraniana, Majid Khademi, após os bombardeamentos deste sábado.

As residências do líder supremo Ali Khamenei e do presidente do Irão Masoud Pezeshkian foram alvo das investidas, mas Khamenei, segundo a imprensa de Israel, já teria sido levado anteriormente para lugar seguro.

Ainda assim, a televisão israelita Channel 12, citando fontes anónimas do Estado judaico, avança que Israel está a avaliar "indícios crescentes" de que a principal figura do regime dos aiatolas terá sido morta às primeiras horas do dia.

Até ao momento, não há confirmação oficial nem do lado de Israel nem por parte do Irão, mas o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, em entrevista à televisão norte-americana NBC News, afirmou que, tanto quanto ele sabe, Ali Khamenei sobreviveu.

"Todos os altos funcionários estão vivos. Portanto, todos estão agora nos seus postos, estamos a lidar com esta situação e está tudo bem", garantiu Abbas Araghchi.

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França pede "reunião urgente" do Conselho de Segurança das Nações Unidas

Rui Azevedo

O presidente francês alertou que o conflito a opor EUA e Israel ao Irão traz "graves consequências para a paz e segurança internacionais", pedindo uma "reunião urgente" do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Na rede social X, Emmanuel Macron escreveu que a escalada em curso é "perigosa para trodos" e "tem de parar".

"O regime iraniano deve compreender que agora não tem outra opção senão participar de boa fé nas negociações para encerrar os seus programas nucleares e balísticos, bem como as suas atividades de desestabilização regional. Isso é absolutamente necessário para a segurança de todos no Médio Oriente. O povo iraniano também deve poder construir livremente o seu futuro. Os massacres cometidos pelo regime islâmico desqualificam-no e exigem que a voz seja devolvida ao povo. Quanto antes, melhor", sublinhou.

Macron acrescentou ainda que está "em contacto próximo" com os "parceiros europeus e amigos no Médio Oriente".

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Impacto de míssil iraniano provoca quatro mortes na Síria

Rui Azevedo

Segundo a imprensa estatal da Síria, quatro pessoas morreram e várias outras ficaram feridas no país após o lançamento de um míssil iraniano.

A zona atingida foi uma área industrial em Sweida, no sul do território sírio.

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Pedro Sánchez condena ação militar dos EUA e Israel contra o Irão

Rui Azevedo

O presidente do governo espanhol criticou os ataques norte-americanos e israelitas deste sábado no Irão.

Na rede social X, Pedro Sánchez fala de uma "ação militar unilateral" que significa "uma escalada e contribui para uma ordem internacional mais incerta e hostil".

Ao mesmo tempo, condenou "as ações do regime iraniano e da Guarda Revolucionária".

"Não podemos permitir-nos outra guerra prolongada e devastadora no Médio Oriente. Exigimos a desaceleração imediata e o pleno respeito pelo direito internacional. É hora de retomar o diálogo e alcançar uma solução política duradoura para a região", declarou o governante.

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Mísseis iranianos fazem um morto nos Emirados Árabes Unidos

Rui Azevedo

A resposta do Irão à ofensiva dos EUA e de Israel já provocou uma morte em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, avança a imprensa estatal deste país do Golfo Pérsico, sem fornecer mais detalhes.

Outros países da região e que também contam com bases militares norte-mericanas, como o Kuwait, Catar e Jordânia, dizem ter intercetado mísseis iranianos.

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Dezenas de mortos em escola iraniana

Rui Azevedo

Pelo menos 51 pessoas morreram numa escola feminina da cidade de Minab, província de Hormozgan, no sul do Irão após os ataques conjuntos dos EUA e de Israel este sábado.

A informação foi avançada pelo governador da região, citado pela agência de notícias iraniana Tasnim que está ligada ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica.

Inicialmente, tinham sido reportadas cinco vítimas mortais.

As autoridades iranianas continuam a acompanhar de perto a situação.

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, já reagiu aos ataques coordenados de Israel e dos EUA ao Irão. Diz a nota publicada no X:

Os desenvolvimentos no Irão são extremamente preocupantes. Mantemos um contacto estreito com os nossos parceiros na região.

Reafirmamos o nosso compromisso inabalável com a salvaguarda da segurança e da estabilidade regionais. 

É de importância crucial garantir a segurança nuclear e impedir quaisquer ações que possam agravar ainda mais as tensões ou comprometer o regime global de não proliferação.

A União Europeia adotou sanções abrangentes em resposta às ações do regime assassino do Irão e da Guarda Revolucionária e tem promovido consistentemente esforços diplomáticos destinados a resolver os programas nucleares e balísticos através de uma solução negociada.

Em estreita coordenação com os Estados-Membros da UE, tomaremos todas as medidas necessárias para garantir que os cidadãos da UE na região possam contar com o nosso total apoio.

Apelamos a todas as partes para que exerçam a máxima contenção, protejam os civis e respeitem plenamente o direito internacional.

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A Euronews dá início às 12:00 de Portugal a uma cobertura em direto dos acontecimentos deste sábado no Irão.

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Outras fontes • AP, AFP

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