Voluntário conta à Euronews como se encontra a ilha de Ísquia

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De  Euronews
Voluntário conta à Euronews como se encontra a ilha de Ísquia

<p>O <strong>Instituto de Geofísica e Vulcanologia</strong> de Itália reviu de <strong>3,6</strong> para <strong>4,0</strong> a magnitude Richter do sismo que abalou a ilha de <strong>Ísquia</strong>, no *Golfo de Nápole*s, fazendo pelo menos um morto e 25 feridos.</p> <p>O tremor de terra teve epicentro a <strong>10 quilómetros</strong> de profundidade, a noroeste da ilha.</p> <p>A primeira vítima mortal identificada foi uma mulher, atingida por pedras que caíram de uma igreja na localidade de <strong>Casamicciola</strong>.</p> <p><img src="https://static.euronews.com/articles/38/42/384206/671x323_bonus-Italy-quake-671-323.jpg" alt="" /></p> <p><strong>Casamicciola</strong>, no norte da ilha, parece ter sido a localidade <strong>mais atingida</strong>, com a derrocada de uma dezena de edifícios, a queda de algumas estruturas e a interrupção do abastecimento de eletricidade.</p> <p>A ilha de Ísquia, próxima da de Capri, é um dos destinos turísticos mais populares do Golfo de Nápoles.</p> <p>A ilha tem registado vários tremores de terra. O mais grave, em julho de 1883, de magnitude 5,8, fez mais de 2.000 mortos.</p> <p>O sismo de segunda-feira ocorreu a dias do primeiro aniversário do sismo que fez <strong>299 mortos</strong> em <strong>Amatrice</strong>, no centro do país, em agosto de 2016.<br /> <br /> <strong>Voluntário no terreno fala em casas totalmente destruídas</strong><br /> <br /> Stefano di Lorio é empresário em Nápoles. Como a mulher é médica e trabalha na ilha de Ísquia, decidiu ir até à região para ajudar com o que fosse preciso.</p> <p>Contou à Euronews como se encontra Ísquia depois do terramoto desta segunda-feira.</p> <p>“Houve uma onda de choque em Casamicciola, além das que costumam acontecer la ilha de Isquia. Casamicciola é uma zona sensível do ponto de vista sísmico. A onda de choque causou muitos estragos”, disse Di Lorio à Euronews.</p> <p>“Na parte norte da localidade, os estragos são mais graves por causa da idade das casas, muitas do século <span class="caps">XVIII</span> e em muito mau estado. Algumas ficaram completamente destruídas enquanto outras ficaram, por exemplo, sem teto”, continuou.</p> <p>“Em Casamicciola, em Ischia Porto e em Forio, as pessoas sairam todas das casas delas. As pessoas andavam por ruas e estradas. Muitos turistas queriam também deixar a zona com as suas bagagens”, concluiu Stefano Di Lorio.”</p>