This content is not available in your region

Turquia intensifica perseguição aos jornalistas do Cumhuriyet

Access to the comments Comentários
De  Euronews
Turquia intensifica perseguição aos jornalistas do Cumhuriyet

<p>Um tribunal de Istambul rejeitou o pedido de libertação de 6 jornalistas do diário <a href="https://fr.wikipedia.org/wiki/Cumhuriyet">Cumhuriyet</a> decidiu manter a prisão preventiva de mais 17 trabalhadores do jornal e confirmou os mandados de detenção do ex-editor-chefe do jornal, Can Dündar, e do jornalista, İlhan Tanır. </p> <p>O secretário-geral da associação “Repórteres sem Fronteiras” diz que: “Infelizmente, a situação piora de mês para mês e Erdogan consegue ir suprimindo o pluralismo e a liberdade de expressão neste país”.</p> <p>As decisões da justiça provocaram manifestações de protesto junto à sede do jornal.<br /> O responsável da delegação do Cumhuriyet en Ancara deplora a situação e afirma:</p> <p>“A Turquia tem um recorde. Um recorde de jornalistas na prisão. 170 jornalistas. Todos os que não estão do lado do governo são terroristas. Podem acusar-nos de todo o tipo de organização terrorista, mas é o jornalismo, a liberdade de pensamento e de expressão que está a ser julgada”.</p> <p>Todos os detidos estão acusados de pertencerem a organizações terroristas ou ajudarem este tipo de organizações.</p> <p>Os 17 funcionários do Cumhuriyet são acusados de ajudarem o <a href="https://thekurdishproject.org/history-and-culture/kurdish-nationalism/pkk-kurdistan-workers-party/" title="PKK">Partido dos Trabalhadores do Curdistão</a> a <a href="http://www.encyclopedia.com/politics/legal-and-political-magazines/revolutionary-peoples-liberation-partyfront-dhkpc" title="DHKP/C">Frente de Libertação Revolucionária do Povo</a> e o <a href="http://www.bbc.com/news/world-europe-36855846">Movimento Gulen</a> liderado pelo clérigo <a href="http://www.huffingtonpost.fr/2016/12/21/qui-est-fethullah-gulen-limam-que-la-turquie-accuse-detre-der_a_21632260/">Fethullah Gulen</a> que as autoridades turcas acusam de estar por detrás do golpe de estado falhado do verão de 2016.</p>