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Kerry e Rasmussen à Euronews: China e Rússia devem pressionar Coreia do Norte

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De  Antonio Oliveira E Silva
Kerry e Rasmussen à Euronews: China e Rússia devem pressionar Coreia do Norte

<p>Os lançamentos de mísseis balísticos intercontinentais por parte da Coreia do Norte preocupam a Comunidade Internacional. </p> <p>Reunidos na décima-quarta Conferência para a Segurança Europeia, em Ialta, na Ucrânia, líderes políticos apelaram a um aumento da pressão da parte da China sobre Pyonyang. </p> <p>A Euronews esteve no encontro e falou com o antigo secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, e com o antigo líder da <span class="caps">NATO</span>/OTAN, o dinamarquês Anders Fogh Rasmussen.<br /> <br /> <strong>Kerry concorda com política de Trump a respeito das Coreias</strong><br /> <br /> John Keery explicou à Euronews que “os Estados Unidos continuam comprometidos com o fim do programa nuclear da Coreia do Norte.</p> <p>“Nesse sentido concordo com a política de Trump”, disse Keery.</p> <p>“Insistir com a China e pedir que faça mais porque a China pode fazer mais”.</p> <p>Anders Fogh Rasmussen, antigo secretário geral da <span class="caps">NATO</span>, recordou à Euronews que tanto Moscovo como Pequim podem fazer mais do que estão dispostos:<br /> <br /> <strong>Rasmussen entende que evitar um conflito militar é do interesse de Pequim</strong><br /> <br /> “Se tudo terminar num conflito militar, a presença dos Estados Unidos na região vai aumentar”, explicou Rasmussen.</p> <p>“Por isso, é do interesse de ambos fazer algo pela resolução da situação e pressionar Kim Jong-Un”, concluiu. </p> <p>Apesar de ter reduzido as trocas comerciais com a Coreia do Norte, a China é ainda um parceiro importante para Pyongyang, particularmente graças à venda de petróleo.</p> <p>As relações entre os dois países preocupam a Aliança Atlântica, já que impedem o total isolamento internacional da Coreia do Norte.</p> <p><strong>Com Sascha Vakulina, enviada a Ialta</strong></p>