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Merkel em Munique e Schulz em Colónia nas últimas horas da campanha eleitoral

Eleições Federais têm lugar no domingo. Angela Merkel lidera nas intenções de voto, mas nada está decidido.

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Merkel em Munique e Schulz em Colónia nas últimas horas da campanha eleitoral

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São as últimas horas da campanha eleitoral para as eleições Federais alemãs, com Angela Merkel a liderar nas sondagens, ainda que nada seja seguro para nenhum dos candidatos.

A atual Chanceler deu tudo por tudo no último meeting da CDU/CSU (democratas cristão, no poder), na cidade de Munique, na Baviera. Até cantou o hino do estado, apesar de ter nascido em Hamburgo e de ter crescido na antiga República Democrática Alemã.

A candidata do centro-direita insistiu nos bons números da economia alemã, especialmente no que ao emprego diz respeito:

“Precisamos de todos os votos para que continuemos a viver bem na Alemanha. Por isso, não vamos descansar apenas porque atingimos os nossos objetivos”, disse Angela Merkel.






“Nem pelo facto de que a taxa de desemprego é a mais baixa dos últimos 12 anos. Vivemos no século XXI e temos de encontrar novas respostas para novos desafios”, continuou.

Candidato do centro-direita na cidade de Colónia

O candidato do centro-esquerda, Martin Schulz, do SPD, é o segundo nas intenções de voto. Em Colónia, Schulz apelou aos indecisos e disse que o mais importante era votar. O último meeting teve lugar no estado da Renânia do Norte- Westfália, no coraçao da indústria do carvao e do aço, afetada por uma grave crise.

“Não estou nisto por mim, não”, disse Martin Schulz.

“Não estou aqui pelas sondagens nem pelos inquéritos. Não luto pelos números. Luto por convicção e por princípios. Luto por vocês. Pelas pessoas deste país”, continuou, entusiasticamente.






No entanto, são as sondagens o que marca a atualidade política na primeira economia da Europa nos últimos dias. Sobretudo no que aos eleitores indecisos diz respeito. Estão registados de mais de 60 milhões de eleitores, distribuídos por dezasseis estados.

Calcula-se que cerca de 40% não tenha ainda decidido em quem vai votar nas eleições de domingo.