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Polanski: Crimes sexuais e a ira de feministas


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Polanski: Crimes sexuais e a ira de feministas

Um realizador perseguido por um passado com alegados crimes sexuais sobre menores numa altura em que o assédio na industria cinematográfica está na ordem do dia. Quando a prevista comparência de Roman Polansky se concretizar, esta noite, na “Cinemateque Française” de Paris, para uma homenagem e uma retrospetiva da sua carreira, o realizador franco-polaco terá pela frente uma manifestação organizada por um grupo feminista.

O convite e a homenagem a Polanski suscitou a ira de grupos como o “Osez le Féminisme”, que lançou uma petição contra o evento, organizou um protesto e classificou de reprovável a ação da cinemateca.

Polanski é alvo de uma nova alegação. Terá violado uma menina de 10 anos na década de 70. A atriz Marianne Barnard acusou-o de violação quando era pequena. Diz ter ganho coragem com a onda de indignação e denuncias contra o produtor de Hollywood Harvey Weinstein.

Polanski é procurado pelas autoridades judiciais norte-americanas há já 40 anos pela violação de uma menor de 13 anos, realizou filmes como o Pianista e Chinatown.

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