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Hungria e Polónia rejeitam migração da UE

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Hungria e Polónia rejeitam migração da UE

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A política de migração da UE "não está a funcionar, de fato, fracassou espetacularmente", disse o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán em entrevista coletiva após negociações com o primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki. Os dois concordaram em fazer uma aliança económica e de segurança, e recusar as cotas de imigração da União Europeia.

"É óbvio que os europeus não querem a imigração, enquanto vários líderes europeus continuam a pressionar por uma política de imigração fracassada. A posição húngara, que expressei hoje, é que devemos continuar a proteger as fronteiras, a migração tem de ser interrompida e não há necessidade de os imigrantes virem," afirmou Viktor Orbán.

"Em termos de migração e quotas a serem impostas aos países membros da União Europeia (UE), rejeitamos fortemente essa abordagem que infringe as decisões soberanas dos Estados membros. Somos de opinião que a Comissão Europeia não tem o direito de implementar tais soluções," declarou Mateusz Morawiecki.

A Polónia foi eleita como um dos cinco novos membros não permanentes do Conselho de Segurança da ONU em 2017. O primeiro-ministro húngaro espera que os países da Europa Central possam aproximar-se da política mundial através da Polónia, um país membro do Grupo de Visegrad.

No encontro, os primeiros-ministros da Polónia e Hungria enfatizaram a importância de fortalecer a independência económica, realçando que o eixo franco-alemão é importante na União Europeia mas não o único. No futuro, eles gostariam de fortalecer as cooperações germano-centro-europeias.