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Primeiro-ministro guineense defende reformas estruturais

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Primeiro-ministro guineense defende reformas estruturais

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Lusa
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Os tempos devem ser de trabalho e de mudança na Guiné-Bissau. O país tem atravessado crises sucessivas e procura agora credibilizar-se junto da comunidade internacional.

A caminho de Bruxelas, para um encontro com o comissário europeu da Cooperação Internacional e Desenvolvimento, o primeiro-ministro guineense define com a palavra reforma o principal desafio no “setor de defesa e segurança, justiça, administração pública, administração económica”.

Aristides Gomes considera que o seu executivo deu provas de seriedade e "disciplina orçamental". Espera agora que a comunidade internacional respeite os compromissos assumidos.

De acordo com o chefe do Governo da Guiné-Bissau, a União Europeia comprometeu-se em apoiar as eleições legislativas com 1,5 milhões de euros, de um total estimado em 6,6 milhões de euros. Há ainda compromissos da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e de outros doadores.

O primeiro-ministro guineense diz que está em marcha um plano de reabilitação das ligações rodoviárias. O aval do FMI, garante, vai permitir investir em melhores condições de vida da população.

O turismo aparece pela primeira vez na agenda do executivo. O governo guineense quer abrir a porta do arquipélago das Bijagós aos turistas. Um setor que poderia ser fonte de receita de de divisas. Neste momento, a cultura de caju é a principal atividade do país.