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UE pediu provas à Turquia de respeito pelos valores democráticos

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De  Isabel Marques da Silva
UE pediu provas à Turquia de respeito pelos valores democráticos

<p>Num dos momentos mais tensos nas relações com as instituições e países da União Europeia, sobretudo com a Alemanha, Federica Mogherini pediu provas à Turquia de que os valores democráticos não estão em risco nesse país. </p> <p>Depois de um encontro com o seu homólogo turco, em Bruxelas, a chefe da diplomacia da União Europeia sublinhou que “tal como sempre fizemos, continuamos a realçar que o espírito de cooperação e de diálogo deve ser sustentado em passos positivos concretos nas áreas do Estado de direito, das liberdades fundamentais e nas relações bilaterais com cada um dos Estados-membros”. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Briefing the press after <a href="https://twitter.com/hashtag/EU?src=hash">#EU</a> – <a href="https://twitter.com/hashtag/Turkey?src=hash">#Turkey</a> Political Dialogue in Brussels with <a href="https://twitter.com/MevlutCavusoglu"><code>MevlutCavusoglu</a> <a href="https://twitter.com/omerrcelik"></code>omerrcelik</a> <a href="https://twitter.com/JHahnEU"><code>JHahnEU</a> <a href="https://t.co/oDszoZ1UsL">pic.twitter.com/oDszoZ1UsL</a></p>&mdash; Federica Mogherini (</code>FedericaMog) <a href="https://twitter.com/FedericaMog/status/889896514558074880">July 25, 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Após o golpe de Estado falhado, há um ano, o governo turco levou a cabo uma purga nas forças de segurança e na sociedade civil, incluindo a detenção de cidadãos estrangeiros. </p> <p>O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Mevlut Cavusoglu, disse que “o facto de serem jornalistas ou ativistas é irrelevante. Há uma parte dos jornalistas que fazem bem o seu trabalho, em completa liberdade. Mas há outros que dizem ser jornalistas enquanto dão apoio a uma organização terrorista, e é preciso diferenciá-los”. </p> <p>Entre os milhares de detidos encontram-se ativistas dos direitos humanos de várias organizações, incluindo internacionais. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">On behalf of 895,000 <a href="https://twitter.com/amnesty"><code>amnesty</a> & <a href="https://twitter.com/Avaaz"></code>Avaaz</a> campaigners, I urged <a href="https://twitter.com/FedericaMog"><code>FedericaMog</a> today to keep up pressure on <a href="https://twitter.com/hashtag/Turkey?src=hash">#Turkey</a> to <a href="https://twitter.com/hashtag/FreeRightsDefenders?src=hash">#FreeRightsDefenders</a>! <a href="https://t.co/6R7GaYrZhs">pic.twitter.com/6R7GaYrZhs</a></p>&mdash; Salil Shetty (</code>SalilShetty) <a href="https://twitter.com/SalilShetty/status/889758411738333186">July 25, 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>“Este é um momento decisivo para a sociedade civil na Turquia e, também, para a comunidade internacional na sua relação com a Turquia”, disse, à euronews, John Dalhuisen, diretor regional da Amnistia Internacional para a Europa e Ásia Central, que participou num protesto à porta da reunião de alto nível. </p> <p>“Essas relações precisam de mudar e os nossos colegas da comunidade dos direitos humanos na Turquia devem ser libertados e apoiados”, acrescentou o ativista. </p> <p>Numa semana, a Amnistia Internacional e a Avaaz recolheram quase 900 mil assinaturas a pedir a libertação dos seus colegas e dos membros das organizações turcas.</p>