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Iémen: Conselho de Segurança da ONU condena ações dos huthi e ameaça "tomar medidas suplementares"

A expansão territorial da milícia xiita huthi prossegue no Iémen e com ela a escalada da violência. Na cidade estratégica de Taiz, tomada pelos

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Iémen: Conselho de Segurança da ONU condena ações dos huthi e ameaça "tomar medidas suplementares"

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A expansão territorial da milícia xiita huthi prossegue no Iémen e com ela a escalada da violência.

Na cidade estratégica de Taiz, tomada pelos rebeldes este domingo, uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas. Participavam em protestos que mobilizaram milhares de civis para as ruas e que acabaram por ser reprimidos pelos insurgentes.

O Conselho de Segurança da ONU já condenou a tomada de posições pelos huthi e ameaça “tomar medidas suplementares.”

“Qualquer fação que empurre o país em determinada direção estará a impulsionar um conflito prolongado, com um cenário idêntico ao do Iraque, Líbia e Síria”, disse o mediador da ONU, Jamal Benomar, que se dirigiu ao Conselho de Segurança por videoconferência, a partir do Qatar.

O cenário de guerra civil é cada vez mais evocado desde que os huthi assumiram o controlo de Sanaa, a capital do país, no ano passado. Avançaram ao ponto de controlarem nove províncias do Iémen e têm vindo a fortalecer o movimento separatista do sul. É aqui, na cidade de Aden, que se encontra o presidente Abd Rabbo Mansour Hadi.

Num discurso televisivo o líder dos huthi, Abdel-Malek Al-Houthi, disse que a batalha que trava é contra a Al-Qaeda e o autodenominado Estado Islâmico.

Os jihadistas reivindicaram o ataque a duas mesquitas, na sexta-feira, em Sanaa, usadas pelos xiitas. Morreram mais de cem pessoas.